Autarquia cede instalações aos escuteiros de Santiago de Riba-Ul

A Câmara de Oliveira de Azeméis vai ceder instalações gratuitas ao agrupamento de escuteiros 1099 de Santiago de Riba Ul, do Corpo Nacional de Escutas.A decisão da autarquia vem solucionar o problema das instalações exíguas e sem condições em que funciona a instituição criada em Dezembro de 1996. As instalações cedidas pela autarquia pertencem a um prédio rústico, no lugar de Cavaleiros, onde anteriormente esteve instalado o antigo reservatório de água.A cedência, proposta pela Junta de Freguesia de Santiago de Riba Ul, será concretizada através da assinatura de um protocolo entre a autarquia e a coletividade que, há 16 anos, orienta a sua ação para a formação integral de jovens entre os seis e os 22 anos de idade.O novo espaço permitirá ao Agrupamento 1099 desenvolver, nas melhores condições, as suas atividades escutistas, educativas, culturais e recreativas.Segundo Carlos Silva, presidente da Junta de Freguesia de Santiago de Riba Ul, a cedência «vai permitir melhorar significativamente as condições do agrupamento de escuteiros que hoje ocupam uma pequena sala pré-fabricada numa lateral do salão paroquial da freguesia».Além disso «o espaço exterior é também muito reduzido o que inviabiliza a prática de algumas atividades ao ar livre». Ainda segundo Carlos Silva «a cedência das instalações tem ainda a vantagem de se reabilitar um espaço que se encontra abandonado e, ao mesmo tempo, impedir os atos de vandalismo e outras práticas menos adequadas que por ali vão acontecendo». Além de maior dimensão, interior e exteriormente, o novo espaço permitirá a realização de encontros e receber a visita de outros agrupamentos. Outro benefício é o facto de «estar inserido numa área florestal que é uma mais-valia significativa porque escuteiros e natureza não se podem dissociar». Sobre o papel dos escuteiros, o presidente da Junta de Freguesia destaca a sua importância na sociedade ao contribuírem «significativamente na educação e responsabilização dos mais jovens», incutindo-lhes «práticas saudáveis quer a nível desportivo, de lazer e ligadas à preservação do meio ambiente».Segundo o protocolo, as obras de beneficiação e conservação necessárias assim como as despesas com o funcionamento do prédio são da responsabilidade do Agrupamento de escuteiros.O acordo será rubricado por Hermínio Loureiro, presidente da autarquia, e Adriano José Moreira Pinto, chefe do Agrupamento 1099 do Corpo Nacional de Escutas.

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