CEPSA apela à «total colaboração» por parte dos governos português e espanhol

Por ocasião do 50º aniversário da CEPSA em Portugal, realizou-se ontem no Palácio de Palhavã, na Embaixada de Espanha em Lisboa, um jantar comemorativo que reuniu à mesma mesa Pedro Miró, CEO do Grupo CEPSA, Paulo Portas, Vice Primeiro-Ministro, e Eduardo Junco, Embaixador de Espanha em Portugal. O encontro contou ainda com o Secretário de Estado adjunto da Economia, Leonardo Mathias, Conselheiros da CEPSA, várias Entidades Públicas e importantes personalidades empresariais do setor da Energia, da Banca, das áreas do retalho e dos serviços.

“A minha presença em Lisboa é consequência da celebração de um facto relevante da nossa história comercial: os 50 anos da presença da CEPSA em Portugal”, afirma Pedro Miró, CEO do Grupo CEPSA. “E 50 anos significam e demonstram uma clara vontade de estar e permanecer”, continuou.

Tendo iniciado atividade em Portugal em 1963, com a comercialização de produtos asfálticos, a CEPSA rapidamente se expandiu e foi incorporando na sua atividade outros produtos, como lubrificantes e combustíveis, ao mesmo tempo que inaugura a primeira estação de serviço e alarga a sua rede com a aquisição da ELF, em 1997, e da TOTAL, em 2008. Com estas aquisições, a CEPSA conseguiu “uma posição que nos permite ser, hoje em dia, uma das marcas protagonistas neste mercado a nível nacional”.

Num apelo à “total colaboração” governativa entre Portugal e Espanha, Pedro Miró declarou: “A CEPSA faz parte, juntamente com outros operadores, deste setor estratégico para a economia do país. Contem connosco, compreendam-nos e ajudem-nos a superar as importantes dificuldades por que todos estamos a passar”.

“A situação económica europeia e mundial atual é difícil e complexa e os efeitos agudizam-se na Península Ibérica, onde se tem assistido à deterioração dos consumos. Mas perante este cenário, queremos consolidar a nossa posição no mercado, dirigindo da melhor forma os nossos esforços”, avança o CEO do Grupo CEPSA. “Queremos continuar em Portugal, porque temos a noção de que a nossa estratégia comercial já não distingue entre países e fronteiras, é Peninsular. Se é certo que para conseguir a «natural integração» dos mercados, que reportaria benefícios tanto a Portugal como a Espanha, é necessário que os governos de ambos os países empreendam esforços para unificar a legislação e estabeleçam critérios comuns para o seu desenvolvimento”, concluiu.

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