Em Leça da Palmeira

A CH Consulting e a AEP, em parceria com a INOVARIA-Associação de Empresas para uma Rede de Inovação, irão promover na próxima quarta-feira dia 8 de Julho, às 14H30 no auditório da AEP em Leça da Palmeira, um Seminário internacional destinado às empresas portuguesas das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC’s) para apresentação das oportunidades de negócio naquele país.

No seminário vão intervir especialistas portugueses das Tecnologias de Informação e de Internacionalização, assim como o escritório associado da CH Consulting na Cidade do Panamá e a presidente da Câmara de Comércio das Empresas Tecnológicas do Panamá-CAPATEC. Os oradores vão fallar às empresas portuguesas sobre as oportunidades concretas do Mercado e o hub tecnológico do Panamá. A sessão de encerramento fica a cargo do presidente da AEP, Paulo Nunes de Almeida. A iniciativa conta ainda com o apoio da Embaixada do Panamá em Lisboa.

PORQUÊ PANAMÁ

O Panamá é um Mercado ainda pouco conhecido e explorado pelas empresas portuguesas das Tecnologias de Informação.

Tratando-se de um país com apenas 4 milhões de habitantes o Panamá possui, apesar disso, um elevado nível de rendimentos (PIB per capita 20.300 U$ PPP-2014 fonte FMI) e o papel de hub tecnológico, com conexões para a América Central, México e América Latina. O Panamá é a segunda maior economia da América Central, e a economia que mais cresce na região.

Em termos tecnológicos, o recente relatório do World Economic Forum (WEF Global Information Technology Report 2015) destaca o Panamá pelo seu relevante papel nas TIC’s na Região América Latina/Caraíbas, e a sua evolução no ranking mundial, onde subiu seis lugares e ocupa agora o lugar 51 entre 148 países (em termos comparativos, a Itália ocupa a posição 55 do Ranking, a Colômbia o lugar 64 e o Brasil a 84ª posição).

Relativamente ao Panamá, Portugal apresenta porém um gap tecnológico muito positivo, cotando-se o nosso país nas posições cimeiras do ranking (nº28), superando o desempenho tecnológico de países como a Espanha (ranking 36) e cotando-se quase ao nível da França, nº 26 mundial. Este gap favorável a Portugal e a elevada competência das indústrias das TIC portuguesas justificam plenamente o interesse do Sector pelas oportunidades no Panamá.

A posição geográfica do País, no centro do continente americano, bem comunicado por terra, mar e ar, com um clima tropical habitualmente fora de situações de desastre natural, uma economia de serviços aberta, recursos humanos bem preparados, são os elementos que fazem do Panamá um lugar ideal para fazer negócios na região.

Para além disso, o US dólar é praticamente a moeda corrente, utilizado tanto nas transações comerciais como nas operações da sua praça financeira internacional, forte, sólida e fiável, onde afluem habitualmente os capitais da América Central e Latina (Brasil, Colômbia, México, Perú, Venezuela) em operações de investimento e imobiliária.

Obviamente, esta dinâmica é suportada pelo seu importante hub aeronáutico e pela importância económica e estratégica do Canal, que une o Atlântico ao Pacífico, e por onde circula o maior fluxo mundial de mercadorias por via marítima.

A estabilidade económica, política e social, são os adjetivos habitualmente associados ao Panamá, cujo Governo tem feito uma aposta clara no conhecimento e no desenvolvimento das TIC´s, com a adoção de uma Agenda Digital Estratégica a decorrer até 2019, com vários projetos que abrangem o setor público e privado.

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