CUSHMAN & WAKEFIELD APRESENTA RESUMO DA SUA ATIVIDADE EM PORTUGAL

A consultora imobiliária global Cushman & Wakefield (C&W) apresentou hoje o resumo da sua atividade a nível nacional do ano de 2013, e a sua perspetiva para 2014.

Segundo Eric van Leuven, managing partner da consultora em Portugal, “Apesar dos indicadores macroeconómicos positivos registados em 2013, do lado da ocupação do imobiliário comercial ainda não sentimos um aumento pronunciado de atividade: as empresas e os lojistas continuam ainda muito focados em aumentar eficiências e reduzir custos. Contudo, no mercado de investimento já existe uma clara consciência de que a relação preço/qualidade do imobiliário português começa a ser muito atrativa, o que se traduziu num maior volume de negócios fechados em 2013 comparativamente com 2012. As rendas de escritórios e lojas mantiveram-se estáveis nas melhores localizações mas voltaram a sofrer reduções nas localizações menos prime. As taxas de rentabilidade para os melhores produtos também estabilizaram”.

“Quanto à atividade da Cushman & Wakefield, obtivemos curiosamente um volume de faturação igual ao de 2012 e conseguimos concluir um número significativo de negócios e ganhar importantes instruções em todas as linhas de serviço. O ano de 2013 foi de novo excelente para as equipas ditas não-transacionais como gestão de imóveis e avaliações - que continuam a ganhar quota de mercado e a apresentar taxas de rentabilidade muito positivas”.

A equipa de gestão de imóveis teve um ano muito positivo com a obtenção de mais alguns importantes mandatos, como o edifício Báltico (sede dos CTT) no Parque das Nações e três edifícios na Avenida da Liberdade. Atualmente, este departamento tem 42 edifícios de escritórios e 6 centros comerciais sob gestão, totalizando cerca de 352.000 m2 de área e um volume anual de rendas de 44 milhões de euros.

Quanto a avaliações, a equipa da C&W manteve a sua posição de líder de mercado com a avaliação anual de imóveis num valor global de mais de 16 mil milhões de euros, incluindo ativos de retalho, escritórios, residencial, turismo e industrial.

A atividade do departamento de gestão de projetos em 2013 foi muito diversificada, destacando-se o projeto de licenciamento da nova loja Michael Kors na Av. de Liberdade, a arquitetura e gestão de projeto de remodelação dos escritórios da Accenture e a gestão de projeto para obras de remodelação no Forum Castelo Branco.

O departamento de Research & Consultoria, na área de estudos de mercado, trabalhou essencialmente fora de Portugal em projetos internacionais, com o desenvolvimento de estudos em Espanha, Brasil, Colômbia e Chile, tanto para investidores como retalhistas. O trabalho próximo das instituições bancárias, maioritariamente através de análises de melhor uso alternativo - feitos em conjunto com a equipa de avaliações - manteve-se em 2013, como resposta à necessidade de adaptar os projetos a uma nova realidade.

Os departamentos comerciais sofreram mais com a conjuntura económica, tendo contudo concluído vários negócios relevantes nas diferentes áreas de atividade.

O mercado de investimento imobiliário continuou a ser afetado pela ausência de financiamento, mas no último trimestre do ano sentiu-se um interesse crescente por parte de investidores internacionais.

Neste período, o departamento de investimento da C&W foi responsável pela venda dos edifícios Espace e Explorer da TMW Pramerica Property Investment GmbH, uma subsidiária da Pramerica Real Estate Investors, ao investidor suíço AFIAA, por cerca de €30 milhões, entre outros.

A equipa de escritórios esteve envolvida no arrendamento de cerca de 15.000 m2 de novos escritórios, nos quais se incluem o arrendamento da ManPower na Torre Ocidente e da Asics no edifício Adamastor, para além de inúmeros processos de renegociação de contratos.

Atualmente, esta equipa tem a seu cargo a comercialização de cerca de 70.000 m2 de espaços na grande Lisboa, dos quais se destacam os edifícios Étoile 240, Avenida 252, a Torre Ocidente, os edifícios Espace e Explorer, edifício Mar Vermelho, o Parque Suécia e o Edifício Adamastor da Imopólis, os Miraflores Premium 1 e 5 da MEAG e o portfólio IVG na Quinta da Fonte.

Apesar das quebras registadas no consumo, o departamento de retalho foi responsável pela comercialização de cerca de 6.000 m2 em espaço de retalho de rua, colocando 28 lojas entre as quais se destacam as da Cartier, Michael Kors e Aristocrazy na Avenida da Liberdade. Também no Porto, a C&W colocou marcas como HUGO by Hugo Boss, Diesel, Liu Jo, Fly London e Hoss Intropia no Passeio dos Clérigos.

Relativamente a centros comerciais, e apesar de um abrandamento neste setor da atividade, a equipa colocou 12 lojas em projetos novos e existentes, das quais se destacam as aberturas da H&M no Forum Castelo Branco e Glicínias Plaza (Aveiro) e a Asics no Aqua Portimão, estando também envolvida na comercialização do único centro comercial atualmente em construção no país – o Alegro Setúbal, com abertura prevista para o último trimestre deste ano.

A equipa de industrial e terrenos, e apesar da continuada fraca conjuntura q, esteve envolvida em alguns negócios relevantes como a compra de dois lotes de terreno no Parque das Nações em Lisboa, em nome de uma entidade internacional, a venda de uma instalação industrial em Benavente, e ainda num número crescente de renegociação de contratos de arrendamento tanto na representação de proprietários como na representação de inquilinos.

No que diz respeito a previsões para 2014, Eric van Leuven comenta: “O aumento da atividade no mercado imobiliário do último trimestre do ano passado, e a melhoria geral dos indicadores económicos, constituem razões para otimismo cauteloso relativamente ao ano que agora começou. Embora o período de ajustamento não tenha acabado, parece claro que a confiança dos consumidores e das empresas está num nível mais alto dos últimos anos. Também internacionalmente, a enorme liquidez no mercado de capitais, que já se traduziu em algumas grandes transações em Espanha, faz prever mais investimento em Portugal.

Não sei se 2014 será o ano do início da recuperação das rendas, mas pode vir a ser o da inversão da tendência de subida das taxas de rentabilidade (que têm uma relação inversa com os preços – quanto mais baixas as taxas, mais altos os preços) para os produtos mais bem localizados”.

Nota para os editores:
A Cushman & Wakefield é a maior empresa privada de serviços imobiliários do mundo. A consultora aconselha e representa clientes em todas as etapas do processo imobiliário. Fundada em 1917, a firma tem cerca de 250 escritórios em 60 países, contando com mais de 16.000 profissionais de imobiliário. A Cushman & Wakefield oferece serviços para todos os tipos de imóveis, incluindo arrendamento, vendas e aquisições, gestão de imóveis, gestão de projetos, consultoria e avaliações. A consultora tem mais de 4 mil milhões de dólares de ativos sob gestão a nível global. A C&W é mundialmente reconhecida pelos seus estudos e relatórios com informação de mercados locais e globais, que pode encontrar em www.cushmanwakefield.pt

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