APENAS 2 EM CADA 10 MULHERES SENTEM QUE O TALENTO FEMININO É RECONHECIDO

Apenas 22% das inquiridas admite que o talento feminino é de facto reconhecido em Portugal;
O reconhecimento do talento é mais evidente no âmbito familiar, e menos no trabalho;
O que as motiva mais a mostrar o seu potencial é também o reconhecimento da família e os amigos, mas dos 18 aos 34 anos, o reconhecimento profissional é a maior motivação;
4 em cada 10 mulheres não atingiu um grau de satisfação consigo mesma nos últimos 6 meses;
99% admite que estar em sintonia consigo mesmas é fundamental para desenvolver o seu talento;
Para 38% o maior influenciador da sua insatisfação consigo própria é a autocrítica, que se manifesta de uma forma negativa, diariamente, em 23,3% das mulheres
Forte auto-estima é para 85% das mulheres a maior ferramenta de que dispõem para alcançarem os seus objetivos/sonhos.

Diariamente as mulheres enfrentam desafios ao procurarem estar no seu melhor, nas áreas mais importantes da sua vida – o trabalho, as suas relações e o seu bem-estar. E apesar de poderem estar determinadas e terem ambição própria para alcançarem o seu máximo potencial, podem sentir que ainda há obstáculos no seu caminho que as impossibilitam de prosseguir.
Foi esta realidade que Activia , em parceria com a Marktest e a Oficina da Psicologia , procurou analisar e compreender melhor: como se sentem as mulheres portuguesas em relação ao seu próprio talento? Acreditam no seu potencial? O que precisam para o alcançar? Sentem-se condicionadas por opiniões externas? Pela sua autocrítica? Consideram-se bem-sucedidas? O que as impede de melhorar?

O estudo confirma que o talento feminino é uma evidência na sociedade portuguesa e analisa as barreiras internas e socioculturais, bem como os estereótipos implementados que atuam como obstáculo ao desenvolvimento das mulheres, do seu talento e das suas capacidades, no nosso país.

Sobre a perceção da existência de talento entre as mulheres, 99% das mulheres portuguesas consideram que sentirem-se bem, em sintonia consigo mesmas, é importante para desenvolverem o seu talento . Sendo que 8 em cada 10 mulheres (83%) consideram-se com potencial mas apenas 22% admite que o talento feminino é de facto, reconhecido em Portugal .

Percebe-se também pelos resultados obtidos que o reconhecimento do talento é mais evidente no âmbito familiar, como mãe , sendo, em oposição, o reconhecimento no trabalho das esferas onde o mesmo é menos reconhecido : em média, apenas 8,4% das mulheres admite a sua existência. Porém, quando nos focamos no grupo etário dos 18 aos 34 anos, é este reconhecimento que gera maior motivação na exploração do talento interno.

Segundo Filipa Jardim Silva, psicóloga da Oficina da Psicologia “ é nos seus papéis familiares que as mulheres portuguesas se sentem mais realizadas: como mães, cônjuges, filhas, etc. E muito menos como um elemento contributivo na sociedade e como profissionais – ainda que estejamos avançados no século XXI e na equiparação dos géneros. E não pensemos que é um tema de gerações, em que as mais novas se sintam bem nos seus vários papéis, já que é na geração dos 51 a 64 anos que mais mulheres se sentem realizadas como profissionais. Mas quanto a reconhecimento, esta faixa etária sente-se muito pouco reconhecida como cônjuge, profissional, amiga e elemento da sua comunidade”.

Entre os obstáculos de desenvolvimento do talento entre as mulheres , destaca-se a discriminação e os preconceitos implementados culturalmente na sociedade , em relação às mulheres (69,4%), o menor número de oportunidades (58,5%) e os critérios de sucesso maioritariamente masculinos (56,2%). Mesmo assim, 91% concorda que todas as mulheres podem melhorar as suas competências, despoletando o seu talento, se investirem esforços para isso. 78% referem estar a desenvolver esforços para fomentar o seu talento/ aptidões, nomeadamente no âmbito profissional (33%).
“A grande maioria das mulheres portuguesas reconhece em si, e nas mulheres em geral, talento e potencial, mas não acha que o talento das mulheres seja reconhecido em Portugal. Para a maioria das inquiridas, as mulheres são maioritariamente valorizadas como mães e fica para trás toda a riqueza dos seus outros múltiplos papéis , refere Filipa Jardim Silva. “A grande maioria das mulheres inclui nas suas maiores aptidões/talentos aspetos da sua personalidade e aspetos do âmbito emocional (como a tolerância, empatia, etc.) e da esfera intelectual . Um pouco mais para trás ficam as aptidões relacionais e as profissionais. Talvez por sentirem que este também é o aspeto menos valorizado em si pela sociedade ”, acrescenta.

Quatro em cada 10 mulheres não atingiu um grau de satisfação consigo mesma nos últimos 6 meses. Sendo de notar que, praticamente todas as mulheres portuguesas (99%) referem que estar em sintonia consigo mesmas facilita o desenvolvimento do seu talento . Com esta sensação, 86% diz-nos que quer concretizar os planos que idealizaram, e mobilizam esforços nesse sentido, tendendo a sentir-se em paz consigo próprias (59,8%), com maior energia e determinação pessoal (43,1%) e capazes de pôr o melhor de si em tudo o que fazem (41,8%).

Sobre as influências que atuam sobre o seu estado de sintonia , 38% das inquiridas dizem que o principal motivo é a sua autocrítica , que se manifesta de uma forma negativa, para 23,3% das mulheres, diariamente . 89,5% refere também que sentir-se bem por dentro é fundamental para estarem em sintonia.

“Quando as mulheres não se sentem alinhadas consigo próprias, há muitas oportunidades perdidas, fruto de uma retração natural: duvidam das suas capacidades pessoais e não se arriscam para fora da sua zona de conforto, perdem oportunidades profissionais, não experimentam coisas novas, não partilham as suas opiniões ”, analisa ainda Filipa Jardim Silva.
O papel de uma forte auto-estima é para 85% das mulheres a maior ferramenta de que dispõem para alcançarem os seus objetivos/sonhos , sendo que 66% afirma que quando a auto-estima está em baixo duvidam das suas competências pessoais e profissionais e optam por não sair da zona de conforto.

Os resultados do inquérito sobre as mulheres portuguesas e o talento enquadram as intenções de Activia reconhecer e fomentar o talento das mulheres, de modo a inspirá-las a alcançarem o seu verdadeiro potencial.

Activia acredita que para explorar o talento, a força interior que existe em todas as mulheres, além da motivação certa é necessário que algo aconteça, algo que lhes permita desfrutar de todo o seu potencial e sentirem-se realizadas…Há muitas formas de o descrever, algumas mulheres podem chamar-lhe “sentirem-se bem com elas mesmas”, outras ”darem sempre o seu melhor”, “serem fiéis à sua essência”, ou mesmo “sentirem-se centradas, encontrando o seu “eu” interior”, em Activia chamam-lhe “viver Insync”.

Chega assim a nova campanha de Activia “Viver Insync”, com o objectivo de inspirar todas as mulheres a sentirem-se bem consigo próprias, de modo a conseguirem atingir o seu máximo potencial e a superarem todos os factores externos que podem pôr em causa a sua auto-estima e a sua força interior.
De forma a gerar esta corrente de inspiração a marca pretende celebrar casos de realização de mulheres de todo o mundo, mas também casos de mulheres portuguesas que encontraram a sua forma de “Viver InSync” e se sentem todos os dias realizadas consigo mesmas.

O inquérito foi aplicado a uma amostra de 470 inquiridos, composta por mulheres dos 18 aos 64 anos residentes em Portugal Continental, por meio de um questionário online.

Tags:

Sobre nós

Empresa de produção e distribuição de produtos lácteos.

Subscrever