MARÇO, MÊS DE POESIA E DE ORPHEU

Março é mês de poesia e de Orpheu. De 18 a 22 de Março, a Feira do Livro de Poesia convida à descoberta de poetas de diferentes gerações e geografias, de pequenas e grandes editoras. A partir de 25 de Março, assinala-se o centenário de Orpheu, revista “extinta e inextinguível”, pensando a ruptura que representou e o impacto que ainda hoje tem. Também em Março recordamos Ruy Cinatti, celebramos o português falado em Timor-Leste, apoiamos o ensino artístico e, com o Serviço Educativo da Casa Fernando Pessoa, continuamos a trabalhar para desenvolver o conhecimento sobre o autor.
 
Para lá da actividade regular, a Casa Fernando Pessoa desenvolve mensalmente várias iniciativas que privilegiam o encontro com outras estruturas, outros públicos, assinalando diferentes momentos e tempos . Em Março, o centro destas iniciativas é o Dia Mundial da Poesia e a celebração dos cem anos da revista Orpheu.
 
De 18 a 22 de Março, quarta a domingo, no Jardim da Parada e na Casa Fernando Pessoa, a propósito do Dia Mundial da Poesia (21 de Março), leva-se a cabo a Feira do Livro de Poesia. Com um programa variado constituído por leituras, encontros com escritores e editores, sessões de autógrafos e oficinas de serviço educativo, fora e dentro de portas, haverá espaço na rua para livros de pequenas e grandes editoras, poetas de diferentes gerações e geografias – em boa vizinhança. A curadoria cabe ao poeta Luís Filipe Castro Mendes e este é um projecto desenvolvido em parceria com a Junta de Freguesia de Campo de Ourique e a Livraria Ler.
 
A partir de 25 de Março, iniciam-se as celebrações dos 100 anos da revista Orpheu. O programa, transversal e atento aos ecos de Orpheu hoje, abre com a inauguração da exposição de Pedro Proença, Os testamentos de Orpheu. Esta exposição ocupa vários espaços da Casa Fernando Pessoa, contaminando-a  e expressando o impacto de Orpheu hoje no trabalho de Proença. Paralelamente e a partir de 28 de Março, Orpheu volta aos cafés, aos lugares de comunhão e de discussão , espaços de há um século e de hoje . Ao Café Orpheu chamam-se actores e textos que convocam o espírito do grupo. Destas celebrações faz ainda parte a vontade de levar Orpheu, “revista extinta e inextinguível”, mais longe e a outros públicos. É este o objectivo da exposição itinerante, desenvolvida em parceria com o Camões, IP – Instituto da Cooperação e da Língua, Nós, os de Orpheu . Esta exposição circulará internacionalmente, na rede do referido instituto, bem como nacionalmente, na rede escolar e na rede de bibliotecas. Orpheu é também o ponto de partida para um novo programa de visitas temáticas com vista à aproximação mais detalhada e profunda a diversos temas. A partir do retrato de Fernando Pessoa por Almada Negreiros, é construída uma visita-experiência na qual o visitante faz parte da obra . Esta visita temática, Almada em Pessoa, está disponível a partir de 28 de Março .
 
Em Março há também espaço para descobrir outros autores: a assinalar a passagem de um século sobre o nascimento do poeta etnólogo Ruy Cinatti, o Professor Fernando Martinho (FLUL) traz à Casa Fernando Pessoa convidados para com ele relembrar e repensar o trabalho do autor que Jorge de Sena assim descreveu: “[a sua poesia] foi das primeiras a reafirmar entre nós, pela dignidade da linguagem e pela severa independência da intenção, aquele superior sentido das exigências culturais da "aventura" poética que o grupo de Orpheu proclamara”. Segunda, dia 30 de Março, às 19h00.
 
Continuamos a acolher as celebrações de 8 séculos de Língua Portuguesa, com as sessões de poesia Poetas de Mar e Mundo . Na sessão deste mês, dia 12 de Março, quinta às 18h00 , o português em foco é o de Timor-Leste. E continuamos também a apoiar o ensino artístico , recebendo as audições dos alunos de Música de Câmara do Conservatório de Lisboa.
 
Finalmente, o Serviço Educativo c ontinua o trabalho regular com escolas e outros colectivos, bem como com crianças e famílias. Em Março,  dia 7, a oficina Aqui Viveu Pessoa destina-se a crianças dos 3 aos 5 anos; e, de 23 a 27 de Março, a oficina ÓÓÓÓ — ÓÓÓÓÓÓÓÓÓ — ÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓ (O vento lá fora)  destina-se a crianças dos 3 aos 5 e dos 6 aos 11 anos no âmbito das Férias Escolares.
 
A Casa Fernando Pessoa, casa habitada pelo autor nos últimos 15 anos da sua vida, está aberta de Segunda a Sábado, das 10H00 às 18H00. Além da programação regular que anima este espaço, pode também visitar-se o quarto de Fernando Pessoa e a biblioteca temática, especializada em Fernando Pessoa e em poesia.
 
Agradecemos desde já a vossa colaboração na divulgação destas actividades e juntamos informação detalhada.

CASA FERNANDO PESSOA
Rua Coelho da Rocha, 16
Campo de Ourique
1250-088 Lisboa
 
+351 213 913 270
info@casafernandopessoa.pt
 
www.casafernandopessoa.pt
 
10H00 – 18H00
Encerra aos Domingos e nos feriados 1 de Janeiro, 1 de Maio e 25 de Dezembro
Autocarro: 709, 720, 738
Eléctrico: 25, 28
Metro: Rato
Acessibilidade: Acessível a pessoas com mobilidade reduzida.
 
Preçário €3 (descontos para estudantes, menores de 25 anos, reformados e maiores de 65 anos), €8 bilhete família (máximo dois adultos)
 
 
 
PROGRAMAÇÃO MARÇO 2015
INFORMAÇÃO DETALHADA
(por ordem cronológica/programa sujeito a alterações)
 
A Casa Fernando Pessoa, casa habitada pelo autor nos últimos 15 anos da sua vida, está aberta de Segunda a Sábado, das 10H00 às 18H00. Aqui, pode visitar-se o quarto de Fernando Pessoa e a biblioteca temática , especializada em Fernando Pessoa e em poesia.
 
Além da programação regular que se propõe, a cada mês olhamos um poeta. Em Março, nos 100 anos do seu nascimento falamos de Ruy Cinatti .
 
 
 
serviço educativo
Aqui viveu Pessoa
7 de março
sábado às 10h30
Duração 90’
Crianças dos 3 aos 5 anos (acompanhadas por ADULTO(S))
PREÇÁRIO 4€ (CRIANÇA) / 5€ (adulto)
 
O Serviço Educativo da CFP desenvolve regularmente um trabalho de proximidade com escolas e educadores, e, no primeiro sábado de cada mês, com crianças e famílias. Com oficinas que se centram no poder criador e multiplicador da palavra, a equipa do Serviço Educativo promove propostas em torno da prática da leitura e da escrita, observando as inúmeras possibilidades da comunicação e da linguagem.
 
Em Aqui viveu Pessoa , numa visita guiada à Casa Fernando Pessoa através da leitura, do ritmo e da expressão plástica, dá-se a conhecer a vida e obra do autor.
 
Marcações servicoeducativo@casafernandopessoa.pt / 21 391 32 70
 
 
 
 
SESSÃO DE POESIA
POETAS DE MAR E MUNDO
TIMOR- LESTE
12 DE MARÇO
QUINTA ÀS 18H00
DURAÇÃO 120’
ENTRADA LIVRE
 
Renovando mensalmente a vontade de dar espaço à poesia, a riqueza e a História da Língua Portuguesa continuam em destaque e descoberta nas sessões que celebram os seus oito séculos de existência.
 
Na sessão de Março o português em foco é o que se fala e escreve em Timor-Leste . A sessão será coordenada por Maria Maya .
 
Como é habitual, o microfone está aberto às leituras e à participação de todos.
 
A organização é da 8 Séculos de Língua Portuguesa - Associação no âmbito das Comemorações dos 8 Séculos da Língua Portuguesa.
 
 
 
 
ENSINO ARTÍSTICO
audições
conservatório de lisboa
21 DE MARÇO
sábado ÀS 11H00
DURAÇÃO 70’
ENTRADA LIVRE
m/6
 
Numa prática regular, os alunos de várias idades, instrumentos e linguagens musicais do Conservatório de Lisboa apresentam um pouco do seu trabalho a solo e em conjunto. O Conservatório de Lisboa abriu em 2009 e é uma escola privada de ensino artístico especializado de Música, de Dança e de Arte Dramática, que pertence à rede do ensino particular e cooperativo do Ministério da Educação e Ciência desde 2009. A maestrina Joana Carneiro é o seu patrono artístico.
 
Neste recital apresentam-se as audições das classes de Música de Câmara (entre os 4 e os 17 anos), com obras de Bach e Handel, entre outros.
 
Organização Conservatório de Lisboa
 
 
 
 
 
 
 
lIVRO E LEITURA – 18 A 22 DE MARÇO
FEIRA DO LIVRO DE POESIA
DIA MUNDIAL DA POESIA
JARDIM DA PARADA E CASA FERNANDO PESSOA
quarta a domingo
ABERTURA QUARTA ÀS 16H
QUINTA E SEXTA DAS 12H00 ÀS 20H00, SÁBADO E DOMINGO DAS 10H00 ÀS 20H00
ENTRADA LIVRE
 
A abrir a programação ‘fora de casa’, a Casa Fernando Pessoa chega ao Jardim da Parada em mês de poesia.
 
Entre 18 e 22 de Março, numa parceria com a Junta de Freguesia de Campo de Ourique e a Livraria Ler, a CFP promove a Feira do Livro de Poesia e aproxima escritores e leitores, poetas e moradores do bairro. O curador desta edição é o poeta Luís Filipe Castro Mendes que, de Quarta a Domingo, nos acompanha num programa de leituras, encontros com escritores e editores, sessões de autógrafos e oficinas de serviço educativo, fora e dentro de portas. Espaço na rua para livros de pequenas e grandes editoras, poetas de diferentes gerações e geografias – em boa vizinhança.
 
 
Iniciativa da   Casa Fernando Pessoa   em parceria com Junta de Freguesia de Campo de Ourique, Livraria LER e c uradoria de Luís Filipe Castro Mendes
 
 
 
 
SERVIÇO EDUCATIVO - 23 A 27 DE MARÇO
FÉRIAS ESCOLARES
ÓÓÓÓ — ÓÓÓÓÓÓÓÓÓ — ÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓ
(O VENTO LÁ FORA)
CRIANÇAS DOS 3 AOS 5 ANOS E DOS 6 AOS 11 ANOS
DAS 10H00 ÀS 13H00
DURAÇÃO 180’
PREÇÁRIO 4€ (CRIANÇA)
 
A partir de textos com palavras que representam ruídos, vozes de animais, barulhos da natureza e outros conhecidos sons quotidianos, as crianças são convidadas a construir, por sua vez, novas palavras que vão dar forma a um glossário pessoal.
 
As crianças dos 6 aos 11 anos partem deste exercício para a construção de um texto-manifesto. Os mais pequenos, dos 3 aos 5 anos, recriam esses sons com o corpo e com desenhos para, no fim, os fixarem num álbum.
 
Marcações servicoeducativo@casafernandopessoa.pt / 21 391 32 70
 
 
 
 
 
 
 
 
celebraçÃO
ORPHEU – EXTINTA E INEXTINGUÍVEL
100 ANOS
 
 
Quanto ao mais, nada mais. Cá estamos sempre. Orpheu acabou. Orpheu continua.
Fernando Pessoa, Revista Sudoeste 3 , 1935
 
Passam 100 anos sobre a publicação de Orpheu , a revista que adensou e complexificou uma extraordinária rede de cumplicidades estéticas, literárias, artísticas entre o grupo de criadores multifacetados que veio trazer o escândalo e o escárnio aos circuitos literários da Lisboa de 1915.
 
Pessoa, Sá-Carneiro, Almada Negreiros, Santa-Rita Pintor, Amadeo de Souza-Cardoso, e os outros também de Orpheu menos falados, conhecidos ou lidos, concentram a atenção da programação da Casa Fernando Pessoa para os próximos meses: um conjunto de iniciativas que pretende recuperar sinais do ritmo e do espírito desse cruzado encontro artístico do século passado.
 
Orpheu , revista “extinta e inextinguível”. Dois volumes publicados há cem anos e um terceiro sucessivamente adiado - projecto e plano em aberto, à espera do momento para se concretizarem. Não se concretizando, também assim se perpetuou o eco de Orpheu : “Quanto ao mais, nada mais. Cá estamos sempre. Orpheu acabou. Orpheu continua”.
 
 
 
EXPOSIÇÃO
PEDRO PROENÇA
OS TESTAMENTOS DE ORPHEU
CASA FERNANDO PESSOA
PARTIR DE 26 DE MARÇO
SEGUNDA A SÁBADO, DAS 10h00 ÀS 18h00
PREÇÁRIO €3 (DESCONTOS PARA ESTUDANTES, MENORES DE 25, REFORMADOS E MAIORES DE 65), €8 BILHETE FAMÍLIA
 
Partindo da ruptura que Orpheu representou e poderá ainda representar, Pedro Proença (Lubango, 1962) ocupa os vários espaços da Casa Fernando Pessoa.
 
Sobre esta intervenção, escreve Proença: “A revista Orpheu é um fantasma que já há muito tempo vou digerindo e não cessa de ser uma fonte de entusiasmo. Adquiri os dois números da revista na adolescência e li na altura  as obras do Pessoa e do Sá-Carneiro (Ática), assim como as do Almada (Estampa). O encontro com o Amadeo começou por ser gráfico, e só lhe vi as obras mais tarde. Cedo senti curiosidade por todos os filões a que estava ligado, assim como os que lhe sucederam (sobretudo o dadaísmo). O apetite por celebrar os de Orpheu vai aqui traduzido em obras (pinturas, cartazes, esculturinhas) onde abundam textos dos seus membros, colagens e abusos sobre eles, ou pequenos ensaios da minha lavra. As obras irão surgir um pouco por toda a Casa Fernando Pessoa como se fossem música de fundo.”
 
Inaugura dia 25 de Março, às 19h00.
 
Iniciativa e organização Casa Fernando Pessoa
 
 
 
PERFORMANCE/LEITURAS
CAFÉ ORPHEU
ESpaços A DEFINIR
28 DE MARÇO A 26 DE ABRIL
classificação a definir
 
Lugares de cruzamento, discussão, comunhão. Pontos de encontros casuais ou rituais, solenes ou informais. Espaços públicos com valência de montra que tanto mostra quanto esconde: os cafés.
 
Chamando o espírito e a palavra de Orpheu – o grupo e a “revista extinta e inextinguível” em torno da qual se congregou – a Casa Fernando Pessoa entra nos cafés da Lisboa de há um século e de agora para surpreender e acompanhar quem está e quem passa. Diferentes textos e linguagens tomam de assalto ou sentam-se à mesa do roteiro do Café Orpheu: sinais de interrupção ou disrupção, aos sábados, a meio da manhã e à hora do lanche. Há cem anos Orpheu saiu à rua.
 
Iniciativa e organização Casa Fernando Pessoa
 
 
 
EXPOSIÇÃO ITINERANTE
Nós, os de Orpheu
A PARTIR DE MARÇO
 
Há 100 anos um grupo de jovens publicou uma revista: Orpheu. Saíram apenas dois números. Foi o bastante para lançar a polémica e agitar o cenário artístico português, adormecido nas linhas estéticas novecentistas. Orpheu, revista e geração, “foi o primeiro grito moderno que se deu em Portugal”, na expressão de José de Almada Negreiros.
 
A exposição Nós, os de Orpheu – título parafraseado do texto de Fernando Pessoa na revista Sudoeste 3, em 1935 –, traça o percurso da revista e dos seus protagonistas, recorrendo, muitas vezes, às próprias palavras dos “órficos”.
 
Através da reprodução de diversas obras e documentos (fotografias, recortes de imprensa, correspondência, manuscritos, etc.), apresenta-se o “Nós” que formou Orpheu e alargam-se perspectivas de leitura a todos “Nós” que, um século depois, continuamos a descobrir Orpheu. Porque, como Pessoa concluiu: “Orpheu acabou. Orpheu continua.” Antonio Cardiello, Jerónimo Pizarro, Sílvia Laureano Costa
 
A construção desta exposição procurou um ângulo que permitisse apresentar a revista Orpheu e o grupo que a criou a partir de dentro, ou seja, a partir dos contributos dos seus protagonistas, tanto no tempo histórico da revista, como posteriormente, e a partir das memórias que alguns destes autores e artistas nos legaram.
 
É um projeto desenhado originalmente para a itinerância, com o objetivo de fazer viajar em diferentes plataformas o espírito e a palavra de Orpheu. A exposição vai circular internacionalmente através da rede do Camões, I.P., ao mesmo tempo que a nível nacional será lançada no circuito do ensino básico e secundário, bem como junto das bibliotecas municipais.
 
Associada à exposição está em desenvolvimento a criação de um livro + CD (Editora BOCA), complemento deste trabalho expositivo e seu prolongamento - registo e memória - para lá do tempo de celebração.
 
Comissão científica Antonio Cardiello, Jerónimo Pizarro, Sílvia Laureano Costa
 

  • Sílvia Prudêncio
Coordenação editorial (livro + CD) Oriana Alves (BOCA)
Parceria Camões, IP – Instituto da Cooperação e da Língua
Colaboração IELT
Iniciativa e coordenação Casa Fernando Pessoa
 
 
e ainda:
 
visitas temáticas
ALMADA EM PESSOA
casa fernando pessoa
A partir de 28 de MARÇO
horário a definir
PREÇÁRIO €5 (DESCONTOS PARA ESTUDANTES, MENORES DE 25, REFORMADOS E MAIORES DE 65)
 
A Casa Fernando Pessoa dá início a um novo programa de visitas temáticas que aos Sábados irá guiar os visitantes por lugares e tópicos alternativos – dentro de portas, viajando porém ao encontro dos interesses e curiosidades dos mais intrigados.
 
Uma visita-experiência, aproximação aprofundada a um determinado tema, uma certa vertente, uma escolhida linha de leitura para chegar ao universo pessoano ou a regiões de vizinhança. E sobretudo a vontade de abrir a porta para novas linguagens, interpretações outras.
 
Almada em Pessoa é a primeira visita temática deste programa. Sob a orientação de Orpheu, nos 100 anos da publicação da revista que galvanizou o circuito literário e artístico português, o visitante é convidado a, por momentos, fazer parte da obra de Almada Negreiros.
 
 
 
dEBATE/CONVERSA
rUY cINATTI (1915-1986)
fERNANDO MARTINHO CONVIDA
30 de março
SEGUNDA às 19h00
DURAÇÃO 70’
ENTRADA LIVRE
 
Para assinalar a passagem de um século sobre o nascimento do poeta etnólogo Ruy Cinatti, o Professor Fernando Martinho (FLUL) traz à Casa Fernando Pessoa convidados para com ele relembrar e repensar o trabalho do autor que Jorge de Sena assim descreveu: “[a sua poesia] foi das primeiras a reafirmar entre nós, pela dignidade da linguagem e pela severa independência da intenção, aquele superior sentido das exigências culturais da "aventura" poética que o grupo de Orpheu proclamara».
 
Com Pe. Peter Stilwell e outro convidado a confirmar

 

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