1 em cada 1000 crianças sofre de perda auditiva

De acordo com os últimos dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a prevalência da perda auditiva infantil é de 1,7%, existindo 32 milhões de crianças e adolescentes em todo o mundo, com idade igual ou inferior a 15 anos que sofrem de algum grau de perda auditiva.

São vários os fatores que podem causar dificuldades auditivas nestas idades. Muitas vezes, as crianças adquirem este problema à nascença, sendo-lhes diagnosticado um grau de perda auditiva significativo devido a complicações genéticas, mas em muitos dos casos este problema surge após sofrerem de algumas doenças infantis, como é o caso das otites, papeira, rubéola, sarampo ou meningite.

“A perda auditiva infantil afeta não só a criança, mas também os pais que, por falta de informação, não sabem como agir quando confrontados com o problema. Para a criança, esta dificuldade interfere no desenvolvimento da fala, o que implica problemas futuros a nível social, emocional e cognitivo. Quanto mais cedo for detetada a surdez nas crianças, mais fácil será a avaliação das medidas adequadas para que se desenvolva com normalidade. Caso não seja diagnosticado atempadamente o problema de audição, devem ser encontradas soluções para que a criança tenha uma vida estável”, comenta Dulce Martins Paiva, diretora geral da GAES – Centros Auditivos.

De forma a preservar a qualidade de vida das crianças, não tornando a perda auditiva um problema futuro, os médicos especialistas aconselham o uso de um aparelho auditivo a fim de melhorar a capacidade de audição. O uso deste dispositivo deverá ocorrer assim que a surdez for detetada, para evitar problemas de desenvolvimento e comunicação.

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