Auditoria aos operadores de rede de distribuição de gás natural do grupo Galp Energia

A Galp Energia tomou hoje conhecimento do comunicado emitido pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) relativo aos resultados da auditoria à informação de mercado do Grupo Galp Energia e da Tagusgás. Neste momento considera-se importante realçar as seguintes conclusões do relatório da auditoria:

O relatório não levanta qualquer dúvida relativa à existência de alguma situação em que as empresas possam ter agido de forma a obter qualquer benefício próprio e reconhece que “as metodologias de agregação atualmente utilizadas pelos operadores de rede de distribuição permitem conferir à informação global do mercado características de representatividade aceitável da realidade do mercado de gás natural.”

Tanto assim é que, no próprio dia em que emitiu esta comunicação, o regulador divulgou igualmente o Relatório de Monitorização do Mercado com base nos dados que foram objeto desta auditoria.

As recomendações da auditoria visam melhorar a qualidade e rigor da informação sobre o mercado, um processo que se encontra em curso nas empresas de distribuição do universo Galp Energia desde o início do processo de liberalização. Os dados que estão na origem desta auditoria reportam ao período anterior a 2012, quando o mercado livre contava apenas com 5 mil clientes – contra mais de 500 mil atualmente.

A Galp Energia pugna pela livre concorrência e pela transparência de todos os mercados em que atua e colabora sem quaisquer reservas com as entidades que têm por missão assegurar o cumprimento destes princípios.

Assim, a Galp Energia regista o facto da auditoria referir “não haver evidência de distorções na informação em função do comercializador envolvido”.

A realidade do mercado liberalizado, bem explicitada pelo Relatório de Monitorização do Mercado hoje divulgado, mostra que, em pouco mais de um ano, a percentagem de consumidores domésticos de gás natural no mercado livre (cerca de 40%) é já superior à que se verifica no mercado doméstico de eletricidade (cerca de 35%), cujo processo de liberalização se iniciou há cerca de cinco anos.

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