Regresso dos investidores ao imobiliário português beneficia atividade da Jones Lang LaSalle

Consultora apresenta resultados da atividade em 2013

A Jones Lang LaSalle Portugal apresentou hoje os resultados da sua atividade em 2013, registando uma subida muito significativa de 30% no volume de negócios face ao ano anterior. Esta performance deve-se aos bons resultados alcançados nas sete áreas de negócio da empresa, com destaque para Capital Markets.

Pedro Lancastre, Diretor Geral da Jones Lang LaSalle Portugal, sublinha: “Tudo aponta para que 2013 tenha sido o ano de inversão no mercado de investimento imobiliário. O ambiente de negócios mudou, sobretudo a partir do 2º semestre, traduzindo-se na duplicação dos volumes transacionados em imobiliário comercial face a 2012 para um valor acima dos 300 milhões de euros. Os investidores estrangeiros, afastados do nosso país nos últimos 4 anos, estão de regresso com um peso de 70% no volume de transações. Por outro lado, todo o programa de atribuição de Golden Visa tem também beneficiado o imobiliário, trazendo mais de 270 milhões de euros em investimento estrangeiro maioritariamente no segmento habitacional”. Pedro Lancastre considera que “podemos falar de uma retoma do investimento imobiliário, mas temos de reconhecer que o paradigma, assim com o próprio mercado, também mudou.

Hoje o financiamento é muito caro e praticamente inexistente e quem investe, fá-lo, por isso, com fundos próprios. São privados que pouparam, famílias que perceberam que o imobiliário é um investimento muito mais seguro e também investidores institucionais, poucos nacionais e muitos estrangeiros, quem recuperaram a confiança em Portugal, país com excelentes ativos imobiliários, que hoje apresenta preços mais ajustados e, por conseguinte, rentabilidades mais atrativas”.

E acrescenta: “A nossa atividade superou a evolução do próprio mercado com um crescimento de 90% nas áreas transaccionais. A área de Capital Markets registou um aumento expressivo face ao ano anterior e muito acima dos objetivos inicialmente traçados para o ano e, tal como em anos anteriores, outras áreas transacionais como agência de escritórios e de retalho, estiveram acima do ritmo do mercado, com o departamento de escritórios a participar nas maiores operações e retalho responsável pela comercialização dos dois únicos projetos comerciais em desenvolvimento, além de uma presença cada vez mais firme no comércio de rua. As áreas não transacionais continuaram o percurso de expansão, com um crescimento de 6%, destacando-se a gestão de imóveis que acabou o ano com uma reforço de 23% na área gerida.

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