Empresas exportadoras enfrentam riscos

Empresas exportadoras e internacionalizadas podem ter a sua continuidade ameaçada se não protegerem contra os riscos a que estão expostas
Contratação de seguros adequados é considerada fundamental para garantir sustentabilidade das empresas e aumentar probabilidade de sucesso

As empresas portuguesas exportadoras ou com operações no estrangeiro necessitam de proteger os seus ativos pessoais e patrimoniais contra os riscos a que estão expostas sob pena de verem a sua atividade afetada em caso de sinistros. Esta é uma das conclusões apresentadas pela MDS, multinacional de origem portuguesa líder na corretagem de seguros e consultoria de riscos, no evento Portugal Exportador, que se realiza hoje em Lisboa.
Mário Vinhas, Deputy Country Manager da MDS Portugal, afirma: “As empresas exportadoras e internacionalizadas têm nos mercados externos muitas oportunidades de crescimento, mas também necessitam de proteger os seus ativos e as suas pessoas, mitigando e transferindo os riscos a que estão expostos. A consultoria de riscos e a contratação de seguros adequados é fundamental para assegurar o desenvolvimento sustentável do negócio e garantir que a solidez e perenidade das empresas não é posta em causa por uma aposta no crescimento internacional”.
Segundo dados do INE, Portugal tem cerca de 20 mil empresas exportadoras, sendo a maioria empresas de pequena e média dimensão. No terceiro trimestre do ano o PIB português registou um aumento de 1,6%, tendo-se verificado uma aceleração mais expressiva das exportações de bens e serviços. Em setembro de 2016, as exportações de bens aumentaram 6,6%, sendo que esse crescimento ascendeu a 7,8% excluindo combustíveis e lubrificantes.

Seguros fundamentais para quem quer exportar
A internacionalização e a exportação são excelentes oportunidades de crescimento para as empresas portuguesas, mas são comuns os problemas ao nível do recebimento dos valores das encomendas, da cadeia de transportes e logística ou de episódios envolvendo colaboradores deslocados.
Entre os principais riscos associados à exportação e à internacionalização que as empresas têm de ter em atenção e proteger estão: Legais e Regulatórios; Políticos; Continuidade do Negócio; Colaboradores; Crédito; Responsabilidades diversas; Entrega dos produtos; Cyber Risk; Perdas cambiais; Transferência de divisas; Políticas Aduaneiras ou Defesa da Marca e da Propriedade Intelectual.
Se os programas de seguro construídos para o efeito não forem corretamente pensados e projetados, a empresa pode incorrer em multas e processos judiciais contra a organização, e consequentemente, contra a sua própria gestão, podendo inclusive por em causa a continuidade do negócio e da empresa.
Para ajudar as empresas no desenvolvimento de negócio em todo o mundo, a MDS disponibiliza a sua experiência, know-how e recursos, realizando uma avaliação dos seus riscos e das suas exposições à escala global, para assegurar que a empresa está adequadamente protegida, cumpre as leis e regulamentos locais e tem os seus ativos devidamente seguros. Assim, contribui de forma decisiva para “tornar os negócios das empresas portuguesas mais fáceis em todo o mundo”.

(Comunicado integral e fotografia de Mário Vinhas em anexo)

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Grupo de corretagem criado em 1984, com sede no Porto. É detida pela Sonae, a maior multinacional privada portuguesa e pela Suzano, um grupo industrial brasileiro com atividades ligadas às indústrias de papel e energia renovável.

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