INDÚSTRIA DE CRUZEIROS CONTINUA A GERAR UMA CONTRIBUIÇÃO POSITIVA PARA A ECONOMIA EUROPEIA

Lisboa, 22 de Junho 2016 –A CLIA (Cruise Lines International Association) publicou ontem o seu Relatório anual de Contribuição Económica Europeia, onde revelou que a indústria de cruzeiros voltou a gerar mais uma vez um grande número de postos de trabalho, bem como uma relevante contribuição económica na Europa.
 
Números anunciados pela CLIA revelam que a produção económica da indústria de cruzeiros na Europa atingiu os €40.95 mil milhões em 2015, registando um aumento de 2% relativamente ao ano anterior e um recorde histórico. Os gastos gerados pela indústria atingiram os €16.89 mil milhões enquanto que em 2014 o valor atingiu os €16.6 mil milhões.
 
Em 2015 a indústria de cruzeiros originou também mais de 10 mil novos postos de trabalho por toda a Europa, com um total de 360.571 empregados em navios de cruzeiro e empregos relacionados com cruzeiros. Salários e outros benefícios para trabalhadores Europeus atingiram €11.05 mil milhões.
 
Embora a indústria de cruzeiros continue a crescer em várias regiões do mundo, a Europa continua a ser um núcleo forte para realizar cruzeiros. Esta tendência apoia-se em três factores-chave:
 
A Europa representa o segundo maior mercado do mundo de origem dos passageiros – 6.6 milhões de Europeus realizaram umas férias de cruzeiro em 2015, mais de 3% do que em 2014;
A Europa permanece o segundo mais popular destino de cruzeiros, apenas superado pelas Caraíbas. O relatório revela que 6.12 milhões de viajantes embarcaram para o seu cruzeiro em portos Europeus em 2015, um aumento de 4.5% relativamente ao ano anterior.
Como o centro da construção mundial de cruzeiros, os estaleiros Europeus continuam a construir os maiores e mais inovadores navios, registando um aumento dos gastos em novas construções e manutenção pelo quarto ano consecutivo. Neste momento, os estaleiros europeus têm prevista a construção de mais 48 navios até 2019, alcançando um valor total de mais de €27 mil milhões. Em 2015, as companhias de cruzeiro despenderam €4.6 mil milhões em estaleiros Europeus, representando um aumento de 1.2% na suas receitas, comparativamente a 2014.
 
“A indústria de cruzeiros continua a gerar importantes contribuições para a recuperação da economia na Europa”, afirmou Pierfrancesco Vago, Presidente da CLIA Europe e Executive Chairman da MSC Cruises. “O impacto é claro. Mais Europeus escolhem desfrutar das suas férias a bordo de um cruzeiro, mais passageiros optam pela Europa como destino, e mais navios de cruzeiros estão a ser construídos em estaleiros Europeus. Isto traduz-se em grandes benefícios económicos para todo o continente, incluindo as zonas costeiras que foram extremamente afectadas pela crise económica.”
 
“Acreditamos que o crescimento da indústria de cruzeiros se mantenha nos próximos anos”, afirmou Raphael von Heereman, Secretário Geral da CLIA Europe. “A CLIA continua a trabalhar em conjunto com os responsáveis políticos, reguladores e outros intervenientes numa variedade de temas. Por exemplo, continuamos a promover a revisão do Código de Vistos da UE de modo a incentivar a chegada de mais turistas estrangeiros à Europa, bem como a apoiar o aumento e melhorias das infraestruturas portuárias por toda a Europa.”
 
A contribuição económica Europeia é o resultado directo do impressionante crescimento da indústria de cruzeiros em 2015, alcançando 23.2 milhões de passageiros de cruzeiros a nível mundial. Em 2014 o turismo de cruzeiros gerou cerca de $120 mil milhões em contribuições para a economia global e a indústria prevê aumentar este número.
 
Principais números divulgados pela CLIA Europe em 2015:
 
• 39 companhias de cruzeiro sediadas na Europa, operando 123 navios de cruzeiro com uma capacidade de cerca de 149 mil camas.
• 73 navios com uma capacidade de cerca de 100 mil camas distribuídos pela Europa por 23 empresas de cruzeiro não Europeias.
• €40.95 mil milhões em produção total.
• €16.89 mil milhões em gastos directos pelas empresas de cruzeiro e seus passageiros e tripulação;
• 360.571 empregos;
• €11.05 mil milhões em remunerações aos empregados.

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