A SÉTIMA EDIÇÃO DO NOS PRIMAVERA SOUND MARCA UM PONTO DE VIRAGEM NA TRAJECTÓRIA DO FESTIVAL

Há edições que marcam um antes e um depois num festival, e a sétima do NOS Primavera Sound no Porto será lembrada como uma delas. Entre o recinto do Parque da Cidade e o concerto de Fatboy Slim no centro do Porto, o festival ultrapassou pela primeira vez a barreira dos 100.000 visitantes com uma programação artística esmagadora liderada por Nick Cave and The Seeds, Lorde, A$AP Rocky, Tyler, The Creator, The War on Drugs, Fever Ray e Jamie XX, entre outros, não há dúvida de que o festival português consolidou as fundações que o tornam um dos eventos de referência a nível europeu.

Com uma média de 30.000 pessoas em cada um dos três dias no Parque da Cidade, além das cerca de 30.000 que se reuniram em frente à Câmara Municipal do Porto no concerto de Fatboy Slim, o NOS Primavera Sound recebeu público de mais de 60 países que celebraram o escopo estilístico do festival. O show catártico de Lorde, a explosão das estrelas do hip-hop como A$AP Rocky, Vince Staples e Tyler, The Creator e a viagem às profundezas da electrónica de Jamie XX marcaram os dois primeiros dias, esperando-se hoje a consagração da última noite com Nick Cave and The Bad Seeds e a sua actuação avassaladora, o inconformado Arca, os circuitos electrónicos de Nils Frahm e a viagem ao infinito com The War on Drugs. A maioria dos nomes estará distribuída entre os dois principais palcos do festival, o Palco NOS e o novo Palco SEAT.

Outra das novidades mais notórias desta sétima edição foi o novo palco Primavera Bits, localizado num pavilhão à imagem de um armazém industrial. Decorado com plantas e equipado com um sistema de som Bowers & Wilkins tem servido como um local de encontro para os devotos da electrónica, que receberam com entusiasmo os sets de Gerd Janson, Motor City Drum Ensemble, Levon Vincent e Marcel Dettmann. Hoje, Talaboman (John Talabot e Axel Boman) e Denis Sulta marcam a despedida neste novo espaço.

Além dos cabeças de cartaz, do hip-hop e da música electrónica, o NOS Primavera Sound 2018 consagra mais uma edição de ecleticismo, risco e singularidade musical inigualável. O Parque da Cidade foi o cenário ideal para do gigante do folk Father John Misty, a viciante e intrigante Fever Ray, os ritmos evocativos de Rhye, os hipnóticos Four Tet e Floating  Points, a mistura irresistível de Ibeyi, o misturador de estilos Thundercat e a delicadeza de Grizzly Bear. Como sempre, o festival olha para o futuro com os olhos postos em Mavi Phoenix, Yellow Days, Starcrawler, Superorganism, Mattiel, Ezra Furman, Zeal & Ardor ou Idles e na representação da música nacional com artistas como Moullinex, Black Bombaim, Fogo Fogo ou Luís Severo.  Também novo foi o palco Rádio Primavera Sound, na SEAT Village, espaço bem-recebido por todos os que quiserem dançar ao som do indie e do pop.

Cada vez mais, o Parque da Cidade transforma-se nestes dias num palco de excelência para a música. O crescimento e reorganização do recinto revelou-se uma boa aposta com as novas áreas a permitirem ainda mais conforto e a possibilitar a todos uma experiência única. Para este crescimento continuado, e sustentado, o festival conta com o apoio de todos os seus parceiros e patrocinadores, como a NOS e a Câmara Municipal do Porto.

Para Rita Torres Baptista, Diretora de Marca e Comunicação da NOS, “é com enorme orgulho que a marca NOS assume uma responsabilidade histórica no território da música. Em particular o NOS Primavera Sound, mais do que património da NOS é já património da cidade do Porto e do País.  O festival conquistou uma identidade própria e um lugar único e de culto, tanto no panorama nacional como internacional. Estamos muito satisfeitos por fazer parte deste caminho e congratulamos todos os parceiros que, desde o primeiro momento, acreditaram que era possível fazer algo diferente, num lugar idílico onde se celebra a música e onde a descoberta inspira a experiência.”

Com uma presença muito orgânica neste festival, numa simbiose natural com o espaço, a NOS tem o cuidado de estar presente com coroas de flores naturais, com uma casa de campo e com um juice bar (área de carregamento de baterias) que dá energia aos telemóveis de todos os fãs. Paralelamente, a NOS está ainda presente de uma forma que não se vê, mas que se sente, assegurando toda a infraestrutura de rede que permite que os milhares de pessoas que vêm ao festival possam partilhar a sua experiência. Em dois dias já foi ultrapassado o tráfego registado nos três dias de festival de 2017, aproximando-se dos 3 TBytes, facto revelador da mudança de paradigma no que diz respeito ao papel central que as comunicações assumem na vivência de um festival de música.

Nuno Lemos, da Porto Lazer, acredita que "o NOS Primavera Sound é um festival que já faz parte da cultura do Porto e que está hoje perfeitamente integrado no espírito e na dinâmica da cidade. É um evento que vai muito além da música e que mesmo ao fim das sete edições ainda consegue surpreender o público. As alterações feitas este ano no recinto parecem-nos ter resultado em pleno, ajudando a melhorar a experiência de todos os que se deslocaram ao Parque da Cidade ao longo destes últimos três dias. O esforço valeu a pena e agora é tempo de começar a preparar o regresso em 2019."

José Barreiro, director do NOS Primavera Sound, mostra-se visivelmente satisfeito com o sucesso desta edição, onde foi possível elevar ainda mais o padrão de conforto e comodidade de todos os que visitam o festival com o bom funcionamento das novas áreas criadas que permitiram a todos uma óptima fuição do espaço do festival.

O NOS Primavera Sound tem regresso marcado ao Parque da Cidade de 6 a 8 de Junho de 2019. Até para o ano!

Sobre o NOS Primavera Sound

O NPS recebe a identidade musical do festival de Barcelona e afirma-se como um dos principais festivais de culto do país. Diferencia-se pela atenção que dá antecipadamente às novas tendências da música, dando a conhecer novos artistas, mas também revisitando trabalhos que marcaram o percurso da música nas últimas décadas.

Desde o início, o NOS Primavera Sound quis exercer um olhar diferente sobre como a música se envolve com o seu lugar. O seu desenvolvimento estabelece-se com base em três elementos - público, parque e música – e como estes podem ser combinados entre si, concentrando a sua energia em proporcionar uma experiência distinta para aqueles que justificam a sua criação: o público.

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Sobre a NOS

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