PAN visita região do Tâmega para debater localmente Plano Nacional de Barragens

•        Construção destas barragens estão envoltas em contradições, sendo necessário repensar seriamente os seus eventuais benefícios
•        O PNBEPH aumentará cerca de 8% a fatura elétrica das famílias portuguesas
•        Procura de alternativas que respeitem o património natural, que dinamizem a economia local e que criem empregos estáveis
•        Mesa redonda subordinada ao tema "Rios Livres - Repensar o Plano Nacional de Barragens" - 21 de Março na Casa da Juventude em Amarante
 
Lisboa, 17 de fevereiro de 2016   – O deputado do PAN – Pessoas – Animais – Natureza, André Silva, visita nos próximos dias 20 e 21 de Março, início da Primavera e Dia Mundial das Florestas, vários locais na região do Alto Tâmega para uma observação concreta e diálogo com várias entidades sobre as barragens previstas para a Cascata do Tâmega: Alto Tâmega, Daivões, Gouvães e Fridão, no âmbito do Plano Nacional de Barragens.

 A construção das Barragens da Cascata do Tâmega estão envoltas em inúmeras contradições, sendo necessário repensar seriamente os seus eventuais benefícios, contrapondo com soluções para o território que sejam mais congruentes com a riqueza e com o presente e futuro das populações locais.

 De acordo com a apreciação do GEOTA (Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente) as novas barragens são inúteis para cumprir os objetivos oficiais definidos no Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico (PNBEPH). Representam apenas 0,8 % do consumo de energia primária do País, 4,3 % do consumo de eletricidade e 3,2 % do potencial de poupança energética economicamente interessante. ?
 
Enviamos mais informação em anexo.

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