Nova sinalética no Palácio Nacional da Pena

- Melhoria de circulação e informação no local
- Investimento de cerca de 35.000 Euros
- Duração: 14 meses
- Preocupação ao nível das acessibilidades
 
Sintra, 27 de abril de 2015 – A Parques de Sintra procedeu à requalificação de toda a sinalética do Palácio Nacional da Pena, projeto que incluiu a substituição dos suportes, a revisão dos conteúdos e a implementação de novos elementos de apoio à visita. Este projeto envolveu um investimento de cerca de 35.000 Euros e foi desenvolvido ao longo de 14 meses.
 
Para além da sinalética dos percursos de visita (interior e exterior do Palácio), foi ainda substituída a sinalética da área comercial – loja, restaurante, cafetaria e respetiva esplanada – e adicionada sinalética com informação de direção. As baias de gestão de filas foram também substituídas na totalidade, passando a ser em corda, ganhando maior harmonia com a envolvente romântica do Palácio.
 
No interior, alguns nomes de salas foram alterados de acordo com os inventários históricos, anulando nomes fictícios como foi a Sala de Estar da Família Real, que na realidade era o Gabinete da Rainha D. Amélia. Menciona-se sempre as diferentes utilizações dos compartimentos ao longo dos tempos. No caso das salas que eram apenas identificadas pelo nome, foram acrescentados pequenos textos com informação sobre as mesmas. Por último, alguma da sinalética contém informação relativa aos melhores locais para tirar fotografias e às zonas que se encontram incluídas nos audioguias, bem como referências dos códigos QR da aplicação Talking Heritage , que fornecem mais informação sobre cada ponto de interesse.
 
Esta nova sinalética foi desenvolvida pela Parques de Sintra depois de vários protótipos de teste, até se encontrar a melhor solução, tendo como referência a legislação em vigor e as boas práticas no que diz respeito à acessibilidade e inteligibilidade (no âmbito do projeto “ Parques de Sintra Acolhem Melhor ”).
 
As melhorias na nova sinalética, no que respeita a inclusão, passam por um tipo de letra mais simples e maior – para pessoas com visibilidade reduzida - e pictogramas intuitivos. A sinalética (tanto a afixada em paredes como a que está em suportes) encontra-se agora a uma altura visível tanto por crianças como por pessoas em cadeiras de rodas.
 
Foi dada especial atenção ao desenho e à materialidade dos suportes, que se pretendiam elegantes e discretos, para não contrastar com os ambientes em que estão inseridos. Ao longo do circuito de visita, a referência ao Palácio Nacional da Pena é marcada pela cor de fundo da sinalética, que remete para a cor das fachadas da zona do Palácio onde o visitante se encontra, isto é, ocre se o visitante se encontrar na zona do Palácio Novo, rosa-velho se o visitante se encontrar no edifício do antigo Mosteiro de Nossa Senhora da Pena (também conhecido por Palácio Velho).
 
Sobre a Parques de Sintra - Monte da Lua
 
A Parques de Sintra - Monte da Lua, S.A. (PSML) é uma empresa de capitais exclusivamente públicos, criada em 2000, no seguimento da classificação pela UNESCO da Paisagem Cultural de Sintra como Património da Humanidade. Não recorre ao Orçamento do Estado, pelo que a recuperação e manutenção do património que gere são asseguradas pelas receitas de bilheteiras, lojas, cafetarias e aluguer de espaços para eventos.

Em 2014, as áreas sob gestão da PSML (Parque e Palácio Nacional da Pena, Palácios Nacionais de Sintra e de Queluz, Chalet da Condessa d’Edla, Castelo dos Mouros, Palácio e Jardins de Monserrate, Convento dos Capuchos e Escola Portuguesa de Arte Equestre) receberam aproximadamente 1.928.000 visitas, cerca de 86% das quais por parte de estrangeiros. Recebeu, em 2013 e 2014, o World Travel Award para Melhor Empresa em Conservação.

São acionistas da PSML a Direção Geral do Tesouro e Finanças (que representa o Estado), o Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, o Turismo de Portugal e a Câmara Municipal de Sintra.
www.parquesdesintra.pt ou www.facebook.com/parquesdesintra

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Sobre nós

Empresa de capitais exclusivamente públicos criada em 2000 (decreto-lei nº 215/2000, de 2 de Setembro), na sequência da classificação pela UNESCO da Paisagem Cultural de Sintra como Património da Humanidade e dos compromissos assumidos com a sua recuperação, conservação e divulgação.

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