Segunda edição do ciclo “Serões Musicais no Palácio da Pena”

- De 14 de fevereiro a 4 de março
- Ciclo de música romântica inclui quatro concertos e comunicações
- Serões têm lugar no Salão Nobre
 

Sintra, 21 de janeiro de 2016 - O ciclo “Serões Musicais no Palácio da Pena” está de volta para a segunda edição, a decorrer no Salão Nobre, entre os dias 14 de fevereiro e 4 de março, com início às 21h00.
A ligação de D. Fernando II à música esteve presente ao longo da vida do “rei-artista”. No ano em que se assinalam 200 anos do nascimento do monarca, a Parques de Sintra e o Divino Sospiro - Centro de Estudos Musicais Setecentistas de Portugal (DS-CEMSP) voltam a levar ao Palácio Nacional da Pena um repertório romântico muito próximo das sonoridades que lá se terão ouvido no séc. XIX, com direção artística de Massimo Mazzeo.
O serão “Quadros da Natureza” abre este ciclo de música romântica no domingo, dia 14 de fevereiro , com um concerto que junta o Quarteto de Cordas de Matosinhos a Pedro Vares (contrabaixo) e António Rosado (piano). A natureza foi o tema central de grandes compositores do século XIX – de Schubert a Mendelssohn, de Smetana e Dvorak a Vianna da Motta - e é a diversidade de leituras sobre a mesma que serve de mote para a atuação. O concerto pretende, assim, ilustrar esta diversidade através de um programa de música de câmara.
No sábado, dia 20 de fevereiro , o serão “Virgens Alpinas” conta com a atuação de Bárbara Barradas (soprano), Liliana de Sousa (meio-soprano), João Terleira (tenor) e João Paulo Santos (piano). Serão apresentadas obras centradas em heroínas virginais e que têm os Alpes como inspiração, na busca de uma identificação entre a personagem e a natureza. Elise Hensler, cantora de ópera - e mais tarde segunda mulher do rei D. Fernando II e Condessa d’Edla - chegou a integrar várias obras com esta inspiração durante a sua carreira.
No sábado, dia 27 de fevereiro , o serão “A Trompa Maravilhosa do Romantismo” usa o título de uma importante coleção de textos e canções populares alemãs do início do século XIX para demonstrar o papel da trompa enquanto elemento de ligação entre o homem e a natureza. Em palco estarão André Baleiro (barítono), Paulo Guerreiro (trompa) e João Paulo Santos (piano).
A fechar os “Serões Musicais no Palácio da Pena” transforma-se em música a visão de Eça de Queirós sobre Sintra, no serão “Um Suplemento do Chiado: A Sintra Queirosiana”, que tem lugar na sexta-feira, dia 4 de março . A partir da segunda metade do século XIX Sintra começa a surgir na literatura como um passeio público alternativo, além do Éden romântico ao qual sempre foi associada. Foram a opereta francesa e a zarzuela, que se ouviam frequentemente nos teatros mais pequenos pelo país, que refletiram musicalmente este espírito. O concerto será interpretado por Ana Franco (soprano), Ana Ferro (meio-soprano), Marco Alves dos Santos (tenor), Mário Redondo (barítono) e João Paulo Santos (piano).
Todos os serões têm início marcado para as 21h00. Os concertos serão precedidos de uma comunicação pela musicóloga Luísa Cymbron sobre o tema.
O projeto “Serões Musicais no Palácio da Pena” conta com a Antena 2 como media partner .
 


“Serões Musicais no Palácio da Pena”
 
“Quadros da Natureza”
Domingo, 14 de fevereiro de 2016, 21h00, Salão Nobre
Quarteto de Cordas de Matosinhos, Pedro Vares, António Rosado
Concerto precedido por comunicação pela musicóloga Luísa Cymbron
Bilhetes à venda nos locais habituais ou online

 
“Virgens Alpinas”
Sábado, 20 de fevereiro de 2016, 21h00, Salão Nobre
Bárbara Barradas, Liliana de Sousa, João Terleira, João Paulo Santos 
Concerto precedido por comunicação pela musicóloga Luísa Cymbron
Bilhetes à venda nos locais habituais ou online

“A Trompa Maravilhosa do Romantismo”
Sábado, 27 de fevereiro de 2016, 21h00, Salão Nobre
 
André Baleiro, Paulo Guerreiro, João Paulo Santos
Concerto precedido por comunicação pela musicóloga Luísa Cymbron
Bilhetes à venda nos locais habituais ou online

“Um Suplemento do Chiado: A Sintra Queirosiana”
Sexta-feira, 4 de março de 2016, 21h00, Salão Nobre
 
Ana Franco, Ana Ferro, Marco Alves dos Santos, Mário Redondo, João Paulo Santos
Concerto precedido por comunicação pela musicóloga Luísa Cymbron
Bilhetes à venda nos locais habituais ou online
 

BILHETES:
10 euros por concerto



À venda nas bilheteiras da Parques de Sintra, online em www.parquesdesintra.pt e em www.blueticket.pt , FNAC, Worten, El Corte Inglés, MEO Arena, Media Markt, lojas ACP, rede PAGAQUI e Postos de Turismo de Sintra e Cascais
 
M/6 anos
 
INFORMAÇÕES (PÚBLICO):
Email: info@parquesdesintra.pt
Website: www.parquesdesintra.pt
Facebook: www.facebook.com/parquesdesintra
Telefone: +351 21 923 73 00

Sobre o Divino Sospiro - Centro de Estudos Musicais Setecentistas de Portugal
O Divino Sospiro - Centro de Estudos Musicais Setecentistas de Portugal, com sede nas instalações do Palácio Nacional de Queluz, tem como objetivo principal a promoção e divulgação do património musical associado ao Palácio de Queluz, no qual a música ocupou desde sempre um papel central, e onde foram apresentadas dezenas de serenatas e óperas. Serão realizados, nas salas do Palácio, concertos, eventos, conferências, simpósios e colóquios, assim como masterclasses e outras iniciativas que se propõem estudar e recuperar o tempo e a tradição de grandes acontecimentos musicais da época da permanência da Família Real no Palácio de Queluz, contribuindo em simultâneo para a fruição pública de uma programação musical de qualidade e para a afirmação do Palácio como referência incontornável da nossa herança cultural. 
 
www.divinosospiro.org

Sobre a Parques de Sintra - Monte da Lua
A Parques de Sintra - Monte da Lua, S.A. (PSML) é uma empresa de capitais exclusivamente públicos, criada em 2000, no seguimento da classificação pela UNESCO da Paisagem Cultural de Sintra como Património da Humanidade. A sua criação teve como objetivo reunir as instituições com responsabilidade na salvaguarda e valorização da Paisagem Cultural de Sintra, e o Estado Português entregou-lhe a gestão das suas principais propriedades na zona. Não recorre ao Orçamento do Estado, pelo que a recuperação e manutenção do património que gere são asseguradas pelas receitas de bilheteiras, lojas, cafetarias e aluguer de espaços para eventos.
Em 2013, os valores naturais e culturais que a PSML gere (Parque e Palácio da Pena, Palácios Nacionais de Sintra e de Queluz, Chalet da Condessa d’Edla, Castelo dos Mouros, Palácio e Jardins de Monserrate, Convento dos Capuchos, e Escola Portuguesa de Arte Equestre) receberam aproximadamente 1.700.000 visitas, mais de 90% das quais por parte de estrangeiros.
São acionistas da PSML o Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, a Direção Geral do Tesouro e Finanças (que representa o Estado), o Turismo de Portugal e a Câmara Municipal de Sintra.
 
www.parquesdesintra.pt ou www.facebook.com/parquesdesintra
 
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A Parques de Sintra - Monte da Lua, S.A. (PSML) é uma empresa de capitais exclusivamente públicos, criada em 2000, no seguimento da classificação pela UNESCO da Paisagem Cultural de Sintra como Património da Humanidade. A sua criação teve como objetivo reunir as instituições com responsabilidade na salvaguarda e valorização da Paisagem Cultural de Sintra, e o Estado Português entregou-lhe a gestão das suas principais propriedades na zona. Não recorre ao Orçamento do Estado, pelo que a recuperação e manutenção do património que gere são asseguradas pelas receitas de bilheteiras, lojas, cafetarias e aluguer de espaços para eventos.
Em 2013, os valores naturais e culturais que a PSML gere (Parque e Palácio da Pena, Palácios Nacionais de Sintra e de Queluz, Chalet da Condessa d’Edla, Castelo dos Mouros, Palácio e Jardins de Monserrate, Convento dos Capuchos, e Escola Portuguesa de Arte Equestre) receberam aproximadamente 1.700.000 visitas, mais de 90% das quais por parte de estrangeiros.
São acionistas da PSML o Instituto da Conservação da Natureza e Florestas, a Direção Geral do Tesouro e Finanças (que representa o Estado), o Turismo de Portugal e a Câmara Municipal de Sintra.
 
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Sobre nós

Empresa de capitais exclusivamente públicos criada em 2000 (decreto-lei nº 215/2000, de 2 de Setembro), na sequência da classificação pela UNESCO da Paisagem Cultural de Sintra como Património da Humanidade e dos compromissos assumidos com a sua recuperação, conservação e divulgação.

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