ECO2 : uma nova assinatura para os modelos mais económicos e mais respeitadores do ambiente

O Grupo Renault foi o primeiro a lançar, em 2007, uma assinatura (eco2) que permitia aos seus clientes identificar facilmente os modelos da sua gama com menores emissões de CO2 e menores consumos.
 
Hoje, a Renault reafirma a sua política de redução da sua pegada de carbono com uma nova assinatura. E, mesmo se a nova assinatura conserva a mesma designação, os critérios da nova assinatura ECO2 são reforçados. Na gama da Renault, esta nova assinatura destina-se a uma selecção das versões, dentro de cada gama, com as mais reduzidas emissões de CO2 e ilustra a contínua preocupação da marca com a redução das emissões de CO2 dos seus modelos térmicos.
 
Esta nova assinatura responde, também, à política ambiental do Grupo Renault que visa reduzir a sua pegada de carbono global a uma média de 3% por ano, por automóvel vendido, incluindo todas as etapas do ciclo de vida de um automóvel desde a concepção à sua destruição em fim de vida.

Oferecer motores com os melhores níveis de eficiência energética
 
Destinada apenas às motorizações térmicas da marca Renault, a nova assinatura ECO2 aplica-se somente a uma selecção de versões com as mais baixas emissões de CO2 em cada modelo.
 
Os critérios de atribuição da assinatura ECO2 são, assim, mais exigentes, que os da anterior assinatura eco2 que era atribuída a todas as versões de automóveis particulares cujas emissões de CO2 fossem inferiores às 120 g/km, que fossem produzidos em fábricas com a certificação ambiental ISO 14001, que fossem recicláveis em pelo menos 85% da sua massa e que integrassem, na sua produção, pelo menos 7% de plásticos oriundos de reciclagem (critério introduzido em 2011).
 
A nova assinatura ECO2 permite identificar imediatamente, no seio da gama Renault, a motorização mais sóbria de cada modelo por tipo de combustível e de caixa de velocidades. E o cliente terá igualmente a segurança de saber que um modelo ECO2 tem uma eficiência enérgica que está entre as melhores do seu segmento.  
 
Valorizar os progressos tecnológicos da Renault
 
A nova assinatura ECO2 irá reflectir, de agora em diante, de forma dinâmica e evolutiva os progressos tecnológicos realizados pela Renault no que diz respeito à redução das emissões de CO2 da sua gama de modelos térmicos.
A estratégia ambiental do Grupo Renault inscreve-se numa dinâmica de progresso contínuo. Por um lado para reduzir a pegada ambiental a cada nova geração de modelos e, por outro lado, para colocar estes modelos no topo do mercado no que diz respeito à sua eficiência energética.
 
A atribuição da assinatura ECO2 será, portanto, periodicamente revista para levar em consideração os progressos tecnológicos da marca. E já em 2015, a nova assinatura permite identificar, de forma selectiva, quais os grupos motopropulsores com os melhores níveis de eficiência energética.

 
Nova assinatura, novo logotipo
O Kadjar é o primeiro modelo elegível para a nova assinatura ECO2
Nas suas versões diesel Energy dCi 110, em caixa manual ou caixa automática EDC, o Kadjar é o primeiro modelo da gama Renault a receber a nova assinatura ECO2. Estas versões, com apenas 99 g/km de CO2, possuem as mais baixas emissões de todos os crossovers do segmento C (todas as marcas incluídas).

A partir de Setembro de 2015, a nova assinatura ECO2 irá distinguir as versões mais eficientes dos modelos Renault actualmente em comercialização na Europa. Os grupos motopropulsores dos futuros modelos da Renault serão desenvolvidos para serem elegíveis para a obtenção da assinatura ECO2 logo no seu lançamento.

A assinatura ECO2 ilustra o compromisso do Grupo Renault com a mobilidade sustentável acessível a todos que encoraja a aquisição de automóveis térmicos mais amigos do ambiente e mais económicos em utilização.
 
Esta estratégia complementa os esforços pioneiros do Grupo Renault para desenvolver soluções de mobilidade ainda mais respeitadoras do ambiente mas sempre acessíveis a um máximo de clientes. A gama Renault de veículos 100 % eléctricos ou a exploração de um veículo híbrido recarregável apresentado no protótipo EOLAB são os melhores exemplos.
 
Em 2007 o Grupo Renault foi o primeiro construtor a lançar uma assinatura ambiental. A assinatura eco2 permitia aos consumidores identificar, dentro da gama da Renault, as versões mais respeitadoras do ambiente em todas as etapas do ciclo de vida dos automóveis: em utilização mas também no fabrico e em fim de vida.
 
Para receber a assinatura eco2, o automóvel devia:
 
- Emitir menos de 120 g/km de CO2 ;
 
- Ser produzido numa fábrica com certificação ISO 14001;
 
- Ser reciclável em 85% da sua massa e conter, pelo menos, 5% de materiais plásticos reciclados (este critério foi reforçado, em 2011 para a obrigatoriedade de 7% de plásticos oriundos de reciclagem).
 
Hoje, e desde 2008, 100 % das fábricas do Grupo Renault possuem a certificação ISO14001. A gestão ambiental aplicada em todas as fábricas permitiu, e permite, reduzir progressivamente os consumos de energia e de água, bom como das emissões aquosas ou atmosféricas. Os resultados são regularmente auditados e certificados e contribuem para a redução da pegada ambiental de todos os veículos.
 
Os automóveis do Grupo Renault produzidos na Europa contêm 30% de materiais reciclados e a Renault é líder na integração de plásticos reciclados em cada automóvel com uma taxa de 13% em 2014. Os modelos do Grupo Renault são recicláveis a 85% e valorizáveis em 95% da sua massa.

A nova assinatura ECO2 faz eco do compromisso assumido pela empresa, no seu plano estratégico Renault Drive The Change, de reduzir anualmente, e em média, a sua pegada de carbono mundial* em 3 % por cada veículo vendido no mundo entre 2010 e 2016 e reduzir a pegada ambiental dos seus veículos ao longo de todo o ciclo de vida, o que constitui uma novidade na indústria automóvel a nível mundial.
 
O Grupo Renault está na trajectória para atingir este seu objectivo já que entre 2010 e 2014 a empresa evitou a emissão de 10,1 milhões de toneladas de CO2, o que, como exemplo, corresponde às emissões anuais de uma cidade de mais de 900 000 habitantes.
 
O Grupo Renault consagra, em cada ano, cerca de 60% dos seus gastos em I&D na redução do seu impacto sobre o ambiente e, desde 2007, que o grupo se concentrou no downsizing dos seus grupos motopropulsores térmicos. Para além disto, a engenharia da Renault trabalha em permanência para reduzir as necessidades de energia dos automóveis nomeadamente através da redução da massa, da aerodinâmica e da resistência ao rolamento.
 
Mas, as versões ECO2 não serão as únicas a contribuir para a diminuição da pegada de carbono do Grupo Renault. A oferta do Grupo inclui já 4 modelos com emissões de CO2 inferiores às 100 g/km: Twingo, Clio, Captur e Mégane.
Em 2015, 14 das 19 versões que serão lançadas irão igualmente emitir menos de 100 g/km de CO2. O Renault Kadjar, na sua versão Energy dCi 110, comete a proeza de emitir apenas 99 g/km de CO2, independentemente da caixa de velocidades. Com este resultado o Kadjar tem as menores emissões de todo o mercado de crossovers do segmento C.
 
A diminuição das emissões de CO2 em utilização tem sido bastante significativa e contínua. A título de exemplo, as emissões do Clio diminuíram 22,5 % em 5 anos (106 g/km para o Clio III 1.5 dCi 85 eco² e 82 g/km de CO2 para o Clio IV Energy dCi 90 ECO2). Esta importante redução corresponde a uma economia de combustível de 1 l/100 km apesar do aumento da potência (85 cv para o Clio III e 90 cv para o Clio IV). 

Diminuir a pegada ambiental a cada nova geração em todo o ciclo de vida do automóvel
 
O Grupo Renault assegura e controla o respeito do seu compromisso de redução da pegada ambiental dos seus modelos a cada nova geração. A metodologia ACV (Análise do Ciclo de Vida – ver abaixo), aplicada na Renault desde 2004, avalia os impactos ambientais em todo o conjunto do ciclo de vida.
 
Os ACV são realizados a montante do ciclo de concepção dos modelos, para analisar os impactos e benefícios potenciais das inovações tecnológicas e, a jusante, para confirmar e medir a redução dos impactos ambientais de uma geração face à precedente.

Comunicado na íntegra em anexo.

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