Siemens debate estratégia dos 3I’s

A Siemens apresentou na III Conferência da CPSI - Comunidade Portuária de Sines, a sua abordagem à estratégia dos 3I’s - Industrialização de 4ª geração, Inovação e Integração. Este encontro teve como
objetivo fazer uma análise que acrescentasse novas perspetivas sobre o desenvolvimento futuro do País e da Europa.

No arranque da Indústria 4.0., a Europa tem todas as possibilidades de vir a liderar esta quarta revolução industrial e tornar-se um sucesso de exportação. Portugal deve também acompanhar esta tendência. A Siemens acredita que o sucesso que o País tem alcançado nos seus esforços de exportação só pode ser continuado se Portugal mantiver a aposta na revitalização e modernização das suas indústrias, incluindo as mais tradicionais, como os têxteis, vestuário, calçado, madeira e cortiça, papel, químicos e indústria automóvel.

Há décadas que os desafios colocados às empresas industriais são basicamente os mesmos: Produtividade, capacidade de resposta, flexibilidade e procura crescente de produtos personalizados. É aqui
que a visão Indústria 4.0 - com software e automação - pode dar um contributo importante. Estas duas componentes são, por isso, também um fator crítico para a revitalização da indústria nacional.

Nada disso vai acontecer de um dia para o outro. Será um processo gradual que provavelmente levará anos para ser concluído. No entanto, as bases precisam de ser lançadas hoje. A Siemens tem desenvolvido vários projetos em Portugal que têm como objetivo ajudar a construir esses alicerces: o Protoloco “Engenharia Made in Portugal” e as Academias inauguradas no Instituto Politécnico de Leiria são dois bons exemplos desta estratégia.


I de Integração e a Siemens no Porto de Sines

O segundo 'i' – Integração – remete para a necessidade da Europa abrir as portas - tanto para dentro como para fora, fomentando a circulação de pessoas e mercadorias. O acordo de Parceria Transatlântica para o Comércio e Investimento (TTIP) que a União Europeia e os Estados Unidos querem fechar pode vir a ser um importante passo neste sentido. Como empresa global, com 70% dos seus colaboradores a trabalhar na Europa e nos EUA, a Siemens defende que o TTIP seria uma fonte de ganhos significativos tanto para empresas como consumidores dos dois lados do Atlântico. Para a UE e os EUA, de acordo com o Centro de Análise de Política Europeia, uma parceria de sucesso resultaria em mais cerca de 200 mil milhões de euros de PIB adicional e centenas de milhares de postos de trabalho. Se este acordo se concretizar Portugal poderá retirar ainda mais benefícios da sua posição geoestratégica.

É neste vetor da Integração que os portos vão ter um papel muito relevante. O Porto de Sines, por exemplo, com uma localização estratégica e grande capacidade logística tem atraído navios que operam nas principais rotas mundiais. Daqui, chegam e partem cargas para a Ásia, os Estados Unidos, o Canadá, a Turquia e Grécia, a América do Sul ou para a costa ocidental de África.

Para o sucesso da operação, o Porto de Sines necessita de equipamentos de movimentação sofisticados, capazes de servir os maiores navios porta-contentores existentes, por isso é que todos os pórticos de cais e gruas de parque do porto estão dotados de acionamentos e controladores Siemens. Estes ajudam a minimizar os tempos de paragem dos equipamentos em caso de avaria, aumentando a produtividade de toda a infraestrutura portuária.

“Todo este desenvolvimento não é feito através de revoluções, é feito através de evoluções, aproveitando os fatores endógenos e aproveitando os fatores pressionantes exógenos, como o TTIP que, esperamos, seja assinado até ao final de 2015. Este vai ser uma janela de oportunidades não só para Sines, como também para Portugal e toda a Europa. Não nos podemos esquecer que qualquer negócio português deve ser pensado numa escala europeia, ou até transatlântica ou africana” explicou Miguel Guerreiro, CFO da Siemens Portugal.


I de Inovação

É ainda fundamental que as empresas portuguesas operem num ambiente que promova a inovação tecnológica, essencial para se alcançar prosperidade duradoura. Consciente desta necessidade, nos últimos anos, a Siemens Portugal promoveu mais de 100 projetos de IDI em colaboração com diversas instituições académicas, científicas e industriais portuguesas e disponibilizou no último ano mais de um milhão de euros para esta área, na qual estão também envolvidos centenas de colaboradores. Paralelamente, um pré-requisito básico para a inovação é a educação. Neste contexto, uma formação e educação mais orientadas para o mundo do trabalho tornam-se fundamentais. A Siemens tem vindo a trabalhar nesta área, sendo uma das empresas fundadoras da academia de formação ATEC.


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