SONAE REFORÇA SOLIDEZ E RENTABILIDADE OPERACIONAL

1. PRINCIPAIS DESTAQUES DE 2012:• Concretização do objetivo de ganhar quota de mercado preservando a rentabilidade operacional;• Reforço da internacionalização com vendas internacionais da Sonae SR a crescer 6%;• Sonae MC e Sonaecom reforçam EBITDA;• Margem EBITDA recorrente consolidada cresce 0,4pp, para 11,1%, com EBITDA total de 600 M€;• Resultado direto total ascendeu a 144 M€, sendo o resultado líquido atribuível a acionistas de 33 M€, impactado pelos resultados indiretos dos centros comerciais;• Redução da dívida líquida em 147 M€ em 2012, alcançando 13 trimestres consecutivos de redução homóloga do endividamento;• Reforço da geração de cash flow, com EBITDA - Capex a crescer 142 M€ e a atingir 305 M€;• Apoios totais à Comunidade beneficiaram 3.228 instituições;• Compras a produtores nacionais representam cerca de 80% na área dos perecíveis;• Famílias portuguesas beneficiaram de valor recorde de 425 M€ em descontos.A propósito destes resultados, Paulo Azevedo, CEO da Sonae afirma: “Como esperado, a combinação entre desalavancagem do sector privado e consolidação das contas públicas, conduziu Portugal e Espanha a uma recessão económica em 2012, caracterizada pelo crescente nível de desemprego e por uma significativa redução do poder de compra das famílias. Tendo em conta este contexto adverso, estamos satisfeitos com a performance operacional e financeira alcançada pelas nossas áreas de negócio ao longo de 2012, que se traduziu num volume de negócios consolidado praticamente estável e numa melhoria da rentabilidade operacional e da geração de cash-flow.Durante 2012, a Sonae MC reforçou a sua posição no mercado português, aumentando, em simultâneo, a sua margem EBITDA e EBIT, uma evolução apenas possível graças a uma bem-sucedida implementação, ao longo dos últimos anos, de várias iniciativas focadas em ganhos de produtividade e eficiência. Estas iniciativas permitiram-nos transferir, ao longo do ano, mais valor para os clientes, continuando desta forma a assegurar a entrega da melhor proposta de valor aos consumidores portugueses. Na nossa operação de retalho não-alimentar, as medidas tomadas durante 2012 permitiram já uma melhoria da capacidade de geração de cash-flow, sustentada por uma optimização da cadeia de abastecimento. Estas reestruturações levaram, no entanto, a uma redução das margens e rentabilidade deste negócio em 2012. De destacar ainda o facto de a Worten ter conseguido aumentar a sua quota no mercado de eletrónica de consumo e, em paralelo, proteger a sua rentabilidade em Portugal, registando importantes avanços na implementação de uma nova abordagem multi-canal aos consumidores.A Sonaecom alcançou importantes objetivos estratégicos ao longo de 2012, em áreas como notoriedade da marca, serviços de dados móveis, tecnologia 4G e satisfação do consumidor, registando uma vez mais um crescimento da sua rentabilidade. O ano foi também marcado pelo anúncio público do acordo alcançado entre os maiores acionistas da Optimus e Zon para os termos de uma proposta de fusão entre as duas empresas. Ao nível da Sonae Sierra, o menor nível de rendas recebidas no sul da Europa foi significativamente compensado pelo desempenho noutras geografias, com especial relevo para o Brasil, tendo a empresa sido capaz de aumentar em 3% o nível do EBITDA face a 2011. O resultado líquido da Sonae Sierra no ano foi significativamente influenciado por uma nova expansão de yields no sul da Europa e por imparidades em alguns projetos que não serão implementados a curto prazo. De realçar, no entanto, que estes são efeitos não-monetários, tendo a empresa conseguido aumentar a sua rentabilidade direta durante o ano de 2012, demonstrando mais uma vez resiliência face ao atual contexto. O resultado líquido consolidado decresceu em relação a 2011, essencialmente devido ao menor valor de mercado do portfólio de centros comerciais na Europa, traduzido nos resultados indiretos. Este efeito, a par do maior custo da dívida e dos impactos originados por imparidades, resultam da atual situação macroeconómica e conjuntura financeira, não tendo afetado o nível de rentabilidade operacional e geração de cash-flow dos negócios. No final de 2012, a Sonae apresentava uma estrutura de capitais reforçada, com a dívida líquida a ser reduzida em quase 150 milhões de euros, apesar de terem sido realizados investimentos necessários em todos os negócios e mantida a política de dividendos.”(Comunicado integral em anexo)Contacto:Diogo Simão DirectorM 351 93 652 86 39T 351 21 319 56 43F. 351 21 315 62 91ds@ban.ptAvª João Crisóstomo, 30 - 6º Esq1050-127 LisboaPORTUGALwww.ban.pt

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