Anticimex consciencializa portugueses para o controlo de pragas no verão

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Dia 6 de junho, assinala-se o Dia Mundial Contra as Pragas

Dia 6 de junho assinala-se o dia mundial contra as pragas! O verão é um momento ideal para a reprodução de grande parte das espécies, sejam eles pássaros, insetos ou roedores. É a altura em que disponibilidade de comida é maior, a circulação de pessoas aumenta e as temperaturas são muito mais agradáveis.

O problema surge quando um grande número desses espécies tais como:  formigas, percevejos, mosquitos, moscas, baratas e ratos, decidem passar o verão nas nossas casas e isso acarreta desconforto, contaminação de alimentos, transmissão de doenças, mordidas, danos tanto materiais como económicos.

É normal que, após a passagem do rigoroso inverno (geralmente frio e chuvoso) as nossas casas, ruas e empresas se tornem espaços muito mais suscetíveis de sofrer uma invasão por parte de pragas.
É uma época de grande atividade, especialmente para insetos, pois eles adoram o calor e a humidade que, em particular, o verão lhes oferece para proliferar.
Uma vez dentro das casas, as baratas, multiplicam-se muito rapidamente e sua eliminação é muito difícil de controlar. Em Portugal, as espécies mais comuns são três: Barata alemã, espécie de cor castanho-claro, pequena de 12 a 15 mm de comprimento; Barata americana, de maior dimensão, podendo atingir os 50 mm de comprimento, sendo a sua cor castanha avermelhada e a Barata oriental, de cor castanho-escura, quase preta, com 25 a 30 mm de comprimento.

Num quarto, os percevejos são encontrados em locais onde podem se abrigar, como os colchões, a estrutura da cama e nos móveis próximos do local de descanso, a cama. Estes insetos, na sua fase adulta, tem a capacidade de estar um ano a espera para se voltar a alimentar. Uma só fêmea pode dar origem a cerca de 500 ovos durante a sua vida, que é de cerca de 2 anos.

Os ratos são uma ameaça para a nossa saúde e podem causar muitos danos tanto em alimentos, como em estruturas, assim como em cabos elétricos e material isolante. Dado que são roedores necessitam de roer “coisas” constantemente. Para ter uma ideia um rato doméstico pode dar origem a cerca de 63.000 descendentes num espaço de um ano. E outra coisa, um rato consegue entrar num local através de um orifício com cerca de 5mm, pois o seu corpo é esguio e flexível e para além disso, os seus bigodes ajudam a perceber se conseguem ultrapassar essa “barreira”

É quase impossível falar de uma solução 100% eficaz para os problemas sociais das pragas urbanas, mas para controlar a intrusão destas em locais de presença humana, sim, é possível. A segurança e a proteção individual ajudam a preservar a nossa qualidade de vida social e saúde ambiental. Acima de tudo, no verão, é extremamente importante evitar a propagação.

Dada a presença massiva destes ativos, é aconselhável pedir ajuda profissional para evitar maiores riscos, tanto de saúde pública como de saúde ambiental. É essencial defender medidas preventivas e prestação de serviços de qualidade. Devemos estar conscientes de que é melhor prevenir do que remediar. Embora, por vezes, seja necessário contratar serviços profissionais de controlo de pragas devido à especificidade das espécies que entram nas nossas casas ou empresas.

A Anticimex deixa algumas dicas para evitar pragas de verão:

  • Tapar possíveis frestas;
  • Tamponar os ralos;
  • Evitar zonas com águas paradas;
  • Minimizar odores provenientes do lixo, com ventilação adequada, assim com uma troca constante do saco do lixo
  • Manter os locais limpos, principalmente aqueles de menor acesso
  • Manter os jardins limpos e coma vegetação aparada;
  • Verificar o pelo dos animais sempre que os mesmos andam na rua;
  • Inspecionar a despensa semanalmente.

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