ASSOCIAÇÕES DE DOENTES JUNTAM-SE EM CAMPANHA “CONTRA O CANCRO DO SANGUE”

No mês de setembro,  em que se  assinala a consciencialização para as doenças hemato-oncológicas, as associações de doentes Associação de Apoio aos Doentes com Leucemia e Linfoma (ADL), Associação Portuguesa Contra a Leucemia  (APCL) e Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas (APLL), em parceria com a farmacêutica Takeda, lançam a campanha “Contra o Cancro do Sangue, com os hashtags #contraocancrodosangue #vestimosdevermelho.

“Contra o Cancro do Sangue” pretende desafiar os portugueses a vestirem uma peça de roupa com a cor vermelha (t-shirt, lenço, são alguns exemplos) e, ao longo do mês de setembro, partilharem fotografias e imagens nas suas redes sociais e nas redes sociais das associações de forma a aumentar o conhecimento sobre estas doenças. A campanha terá ainda um micro-site contraocancrodosangue.pt com informação sobre a campanha e que reencaminhará para os sites das associações onde está comunicação sobre as doenças hemato-oncológicas.

No dia 15 de setembro, Dia Mundial do Linfoma, a campanha estará em Lisboa, no Porto e em Braga, com voluntários das associações a distribuírem flyers com informação sobre a campanha “Contra o Cancro do Sangue” e as doenças hemato-oncológicas.

O objectivo da campanha é informar as pessoas sobre as doenças hemato-oncológicas, sensibilizar para o que são e o impacto que têm e dar visibilidade a esta causa.

·       #contraocancrodosangue #vestimosdevermelho

·       Setembro, Mês das Doenças hemato-oncológicas

·       15 de setembro - Dia Mundial do Linfoma

·       22 de setembro - Dia Mundial da Leucemia Mielóide Crónica

Sobre a Takeda

A Takeda é uma companhia farmacêutica mundial, orientada para a investigação e desenvolvimento, empenhada em proporcionar melhores cuidados de saúde e um futuro melhor aos doentes, convertendo a ciência nos medicamentos que mudam a vida das pessoas. A Takeda centra os seus esforços de I&D na Oncologia, Gastrenterologia e Doenças Raras. Está focada em desenvolver terapêuticas altamente inovadoras que façam a diferença na vida das pessoas. Os seus colaboradores estão empenhados em melhorar a qualidade de vida dos doentes, desenvolvendo atividade em mais de 80 países e regiões.

Para mais informação sobre a empresa visite www.takeda.pt 

Sobre a APCL

A Associação Portuguesa Contra a Leucemia (APCL) foi fundada em janeiro de 2002 em resultado da iniciativa de um conjunto de doentes que sobreviveram a patologias do foro Hemato-Oncológico (Leucemias e Linfomas) e de um grupo de médicos do Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil (IPOFG) de Lisboa que os trataram.

A principal motivação dos Fundadores da APCL radicou na sua compreensão da importância de consciencializar e mobilizar a sociedade civil no apoio a todos os que diariamente lutam contra as devastadoras doenças que são os cancros do sangue.

A APCL tem como missão contribuir, a nível nacional, para aumentar a eficácia do tratamento das Leucemias e outras neoplasias hematológicas afins, investindo para isso em investigação científica com um programa de atribuição de Bolsas de investigação Científica.

A APCL assume ainda como sua missão o aumento da literacia do doente, promovendo e organizando workshops sobre patologias do sangue e temas relacionados, com envolvimento de profissionais de saúde.

A promoção de encontros entre pares para partilha de experiências e informações, bem como o apoio financeiro a doentes com Leucemia e às suas famílias, são outras valências que doentes e cuidadores encontram da APCL.

A APCL iniciou o processo de construção de uma casa de acolhimento para doentes hemato-oncológicos e seus familiares com carências financeiras que se encontrem deslocados da sua área de residência e se encontrem em tratamentos específicos ou transplante em Lisboa. www.apcl.pt

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Sobre nós

A APCL - Associação Portuguesa Contra a Leucemia foi fundada em janeiro de 2002 em resultado da iniciativa de um conjunto de doentes que sobreviveram a patologias do foro Hemato-Oncológico (Leucemias e Linfomas) e de um grupo de médicos do Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil (IPOFG) de Lisboa que os trataram.

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