Petição pública quer instituir Dia Nacional ao Ar Livre para sermos mais felizes na natureza
Para assinar a petição, clique aqui.
Porque é que precisamos de um Dia Nacional ao Ar Livre?
- Portugal caiu no ranking da felicidade. Está no 60.º lugar no World Happiness Report 2025, o que reflete a necessidade urgente de encobntrar soluções para contrariar este facto.
- Os Países Baixos têm as crianças mais felizes do mundo: passam muito tempo ao ar livre, com poucas atividades extraescolares. Em Portugal, os seus seus níveis de ansiedade são crescentes.
- Quase 20% dos portugueses apresentam sintomas de ansiedade ou depressão (OCDE, 2023).
- Entre os adolescentes, 45% revelam sinais de depressão (estudo nacional, 2022/2023).
- 92% dos portugueses dizem ser mais felizes em contacto com a natureza (IPSOS, 2023).
É por isto que foi lançada uma petição pública que pede a criação do Dia Nacional ao Ar Livre, a celebrar a 28 de abril. A ideia é simples: ter, pelo menos uma vez por ano, um momento coletivo para parar, sair de casa e redescobrir como a natureza pode fazer-nos mais felizes.
Vivemos num país onde a pressa é constante, o tempo parece sempre curto e os ecrãs ocupam cada vez mais espaço no nosso dia. Sete em cada dez portugueses usam redes sociais diariamente e, entre os jovens, 60% passam quatro ou mais horas por dia online. Este estilo de vida está a deixar marcas: Portugal ocupa apenas o 60.º lugar no World Happiness Report 2025 e quase 20% da população apresenta sintomas de ansiedade ou depressão.
“Cada um de nós nasceu para ser feliz e a natureza mostra como. Cada momento ao ar livre é um convite para respirar, sentir e reconectar com a essência da vida. A ciência confirma que o contacto com a natureza reduz stress, fortalece a mente e desperta emoções profundas.”
— Vera de Melo, psicóloga
Para participar e ajudar Portugal a ser mais feliz, basta visitar https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT127050 e assinar a petição.
O movimento pretende sensibilizar a sociedade em si e alertar para o tema da saúde mental e impacto da natureza no nosso bem-estar para aumentar os índices de felicidade. Terra Nostra é a impulsionadora da iniciativa. Associa-se assim à causa como pioneira na defesa do bem-estar animal, humano e ambiental, inspirada pelas suas Vacas Felizes, que vivem 365 dias por ano ao ar livre nos Açores.
Terra Nostra faz o Bem, bem feito.
Sobre Terra Nostra
Natural dos Açores, Terra Nostra tem mais de 70 anos. Nasceu como uma marca de queijo, sendo hoje uma marca de laticínios, com queijo, leite e manteiga, cada vez mais presente na vida dos portugueses. Os produtos Terra Nostra são produzidos com leite de Vacas Felizes, vacas que vivem ao ar livre e em comunidade, com uma alimentação à base de erva fresca 365 dias por ano, ao contrário de Portugal Continental e da maioria dos países da Europa, onde as vacas vivem maioritariamente em estábulos e com uma alimentação à base de ração. Terra Nostra foi a marca pioneira no lançamento do conceito Leite de Pastagem, suportado pelo Programa Leite de Vacas Felizes Terra Nostra, um programa exclusivo onde todos os seus produtores são certificados e recompensados, promovendo o desenvolvimento sustentável da economia local.
Sobre a Bel Portugal
A Bel Portugal (www.belportugal.pt) é uma empresa especialista em queijo, com marcas que fazem parte dos hábitos alimentares dos portugueses há gerações. É líder do mercado de queijo, detendo as duas maiores marcas: Terra Nostra (www.terra-nostra.pt) e Limiano (www.limiano.pt) que lideram também o segmento flamengo. Lidera ainda o segmento de snacking de queijo com duas marcas ícones mundiais: A Vaca que ri (www.avacaqueri.pt) e Babybel (www.babybel.pt) e conta também com a conhecida marca GoGo squeeZ (www.gogosqueez.pt), completando o seu portfólio de oferta de snacking saudável com saquetas de fruta. Com duas fábricas em Portugal (Açores e Vale de Cambra), a Bel tem uma forte presença nas comunidades locais e é certificada como empresa familiarmente responsável desde 2015, tendo assumido o compromisso de neutralidade carbónica na sua cadeia de valor (from farm to fork) até 2050, em linha com o Acordo de Paris (limite aquecimento global +1.5ºC).
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