XXIV Congresso Internacional de Antropologia de Ibero-América termina a 15 de março

O XXIV Congresso Internacional de Antropologia de Ibero-América, que reúne em Ponta Delgada centenas de especialistas regionais, nacionais e internacionais, termina a 15 de março e, no último dia dos trabalhos, vai estar em debate o Turismo e Património nas mais variadas vertentes.

Este evento internacional de grande importância internacional tem a parceria da Câmara Municipal de Ponta Delgada.

No dia 15, os trabalhos prosseguem na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada e têm início marcado para as 09h00 com o painel Turismo e Património, cuja apresentação está a cargo de Izaskun Cuartero, Vice-Reitora de Docência e Avaliação de Qualidade da Universidade de Salamanca. Ángel Baztán, da Universidad de Barcelona aborda “Turismo Y Migración: Flujos Nómadas en La Sociedad Globalizada” e Artur de Matos, do Centro de Humanidades das Universidades Nova de Lisboa e dos Açores fala sobre “Um património desconhecido: os testamentos da ilha de S. Jorge”.

Segue-se a mesa 21, que versa Património e Literatura e é presidida por Gilberta Rocha, da Universidade dos Açores. Os oradores são Lélia Nunes (“Quando a Literatura é Património Cultural?”, Santos Narciso, do jornal Correio dos Açores (“O Património Literário de Daniel de Sá”) e Urbano Bettencourt, da Universidade dos Açores (“Um viajante do século XX: Raul Brandão à descoberta dos Açores”).

Construções, Identidades e Patrimónios é o tema da mesa 22, presidida por Hernán Quintanal, da Universidad Nacional Autónoma de México. Os oradores são Clara Saraiva, da Associação Portuguesa de Antropologia (“A Magia de Sintra: Liberdade Religiosa e Património, Entre Antas Pré-Históricas e Rituais Afro-Brasileiros”), Alzira Silva, da Universidade de Lisboa (“Açorianeidade: Identidade e Comunidade”) e Giselle  Vargas, de Escuela de Antropología da Universidad de Costa Rica (“Percepción de la población acerca de la Tradición del Boyeo, declarada Patrimonio Intangible de la Humanidad”).

Após o almoço, a mesa 23, subordinada ao tema Antropologia, Biografia e Etnohistória, é presidida por Ángel Baztán e na mesma participam Carlos da Silva, da Universidade Federal do Pará (“Joseph Campbell: O Maestro dos Mitos”), Pablo Velasco, da Universidade de Salamanca (“A hispanotropicologia de Gilberto Freyre. 50 anos da visita à Universidade de Salamanca”) e Francisca Monteiro, da Universidade de Cabo Verde (“História de Vida como Património pessoal”).

Património Imaterial: Identidade e Religiosidade, é o tema da mesa 24, presidida por José Gentili, do Conselho Consultivo do Museu da Língua Portuguesa. Os oradores são Maria Salvado, do Conselho Diretor da Sociedade Amigos do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior (“O Culto do Espírito Santo em Monsanto da Beira (Portugal): Tradição e património”), Mário Viana, da Universidade dos Açores (“Entre memória e património: Algumas notas sobre comunitarismo camponês e aldeias históricas”) e Francisco Javier Pérez, da Universidad de Valladolid (“La Significación del Monasterio de Guadalupe de España en Latinoamerica”).

Por último, a mesa 25, subordinada ao tema Património Imaterial e Identidade é presidida por Maria Vaz, do Instituto Universitário de Lisboa, tem como oradores Elis Ángelo e Euler Siqueira, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (“Património da Imigração em São Paulo: Os Açorianos e seus saberes, fazeres, símbolos, tradições e memórias”), Lina Pacheco, da Universidad de la Serena (“Ruta Sonoro-Musical Mariana del Norte de Chile: Turismo y Devoción” e Rui de Sousa Martins, da Universidade dos Açores (“Os botes baleeiros açorianos: um património naval atlântico”.

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