Living mantém-se no topo das preferências dos investidores europeus em 2026 com o fortalecimento da confiança no mercado
Lisboa – 12 de fevereiro de 2026 – O setor de living manteve a sua posição como o segmento mais atrativo para o investimento imobiliário na Europa, de acordo com as conclusões do European Investor Intentions Survey 2026 da CBRE. Este domínio, verificado pelo segundo ano consecutivo, é sustentado por uma procura estrutural robusta e uma oferta limitada, mantendo o setor à frente de setores como logística e escritórios, tanto em investimentos nacionais como internacionais.
Em Portugal, esta tendência encontra o seu maior expoente no desenvolvimento de habitação para venda e no mercado de residências de estudantes. Mais de 50% dos investidores europeus manifestam a intenção de concretizar investimentos em estratégias relacionadas com living (build-to-sell, build-to-rent, student living e senior living) durante o ano de 2026. Este dinamismo reflete a necessidade de resposta à escassez de oferta de habitação e à crescente mobilidade académica, tornando este segmento um pilar central da estratégia de investimento imobiliário nacional.
Igor Borrego, Head of Capital Markets da CBRE Portugal, sublinha que “o aumento da confiança dos investidores no imobiliário português e europeu decorre de uma diminuição da incerteza e dos sólidos fundamentais que suportam a procura. 2026 promete ser um ano muito dinâmico nos vários setores com os investidores bastante focados na construção de habitação, nas residências de estudantes e na logística. No entanto, o setor hoteleiro terá um papel de destaque, fruto de circunstâncias particulares do nosso mercado”.
José Maria Moutinho, Head of Research da CBRE Portugal, salienta que “este relatório é útil para antecipar as grandes tendências do investimento internacional e permite encontrar as razões qualitativas para a recuperação sustentada que se tem assistido na Europa. Portugal surge novamente em posições elevadas para investimento transfronteiriço e apresenta bons fundamentais, não só nos setores em que os investidores mais querem investir, living e logística, mas também em hotéis”.
[CONTINUA EM ANEXO]
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