Ciclo Sexta Maior Sinfonia n.º 41 «Júpiter» de Mozart London Mozart Players

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Direção Musical Nuno Côrte-Real
 
CCB . 10 de abril . sexta-feira . 20h00 . Pequeno Auditório

PROGRAMA
Nuno Côrte-Real (1971)
Todo o Teatro é um Muro Branco de Música, Op. 45
Dmitri Shostakovich (1906—1975)
Concerto N.º 1 para Violoncelo e Orquestra, em Mib maior, Op. 107 *
I. Allegretto
II. Moderato
III. Cadenza (attacca)
IV. Allegro con moto
 
Intervalo
 
Wolfgang Amadeus Mozart (1756—1791)
Sinfonia N.º 41 «Júpiter», em Dó maior
I. Allegro vivace
II. Andante cantabile
III. Menuetto: Allegretto - Trio
IV. Molto allegro
Direção Musical Nuno Côrte-Real
Solista Filipe Quaresma *
London Mozart Players
 
 
London Mozart Players é a Orquestra de Câmara mais antiga do Reino Unido, fundada há mais de 75 anos por Harry Blech, com o intuito de apresentar obras de Mozart e Haydn.

Durante as últimas décadas, o repertório da orquestra tem-se alargado para permitir a criação de experiências musicais ousadas, ambiciosas e acessíveis a uma grande variedade de públicos. A orquestra continua também a sua longa tradição de promover jovens talentos, tais como Nicola Benedetti, Jacqueline du Pré ou Jan Pascal Tortellier, três dos muitos jovens virtuosos que foram apoiados pela LMP no início das suas carreiras.

Na sua visita a Portugal, a afamada orquestra londrina interpretará o icónico concerto para violoncelo e orquestra Nº1, de Shostakovich, com o violoncelista Filipe Quaresma e a derradeira sinfonia de Mozart, Nº41, com o epíteto Júpiter, obra de uma imponência singular na história da música ocidental. Completa o programa a peça concertante Todo o Teatro é um Muro Branco de Música, inspirada pela poesia de Fernando Pessoa, do compositor Nuno Côrte-Real que também assume a direção musical do concerto.

Este programa é coapresentado pela Temporada Darcos e o CCB, com o apoio da Direção Geral das Artes, da Câmara Municipal de Torres Vedras e da Câmara Municipal de Lisboa.
 
No âmbito deste recital, terá lugar na Sala Lopes-Graça, às 18h30 de dia 10 de abril,  a conferência A sinfonia em finais do século XVIII: aspetos históricos e estilísticos por Luís M. Santos.

A sinfonia foi um dos géneros musicais que mais se destacou na cultura europeia setecentista. Estima-se, de facto, que só nesse período tenham sido compostas perto de 20 mil obras, numa grande variedade de formatos. Após passar em revista as origens e o desenvolvimento inicial do género, esta conferência explora a história da sua transformação estilística nas últimas décadas do século XVIII, considerando os contributos de múltiplos protagonistas em diferentes pontos geográficos, nomeadamente a produção final de J. Haydn e W. A. Mozart, mas também de figuras como J. C. Bach, C. P. E. Bach, C. Cannabich, F.-J. Gossec, C. D. von Dittersdorf e alguns outros. Muito para além do objeto sonoro, a sinfonia é igualmente entendida como um testemunho eloquente das mudanças socioculturais que marcaram essa era.
 
Contamos com a vossa colaboração na divulgação deste concerto.

Em anexo segue a folha de sala.

 

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