Concerto de Ano Novo
Orquestra Metropolitana de Lisboa
Coprodução Centro Cultural de Belém, Metropolitana
CCB . 1 de janeiro . quinta-feira . 11h00 e 17h00 . Grande Auditório
Conversa pré-concerto pelo musicólogo Rui Campos Leitão
(Atividade exclusiva para os portadores de bilhete para o concerto)
Programa
Johann Strauss II (1825-1899) Valsa Rosas do Sul, op. 388
Johann Strauss II (1825-1899) Polca rápida Na Caça, op. 373
Johann Strauss II (1825-1899) Valsa Imperador, op. 437
Aram Khachaturian (1903-1978) Valsa da peça teatral Masquerade
Luís de Freitas Branco (1890-1955) Fandango, Finale da Suíte Alentejana n.º 1
Manuel de Falla (1876-1946) Farruca (Dança do Moleiro), do bailado O Chapéu de Três Bicos
Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840-1893) Valsa das Flores, do bailado O Quebra-Nozes
Johann Strauss II (1825-1899) Valsa Sangue Vienense, op. 354
Johann Strauss II (1825-1899) Polca rápida Tique-Taque, op. 365
Johann Strauss II (1825-1899) No Belo Danúbio Azul
Ficha Artística
Direção Musical Bruno Borralhinho
Orquestra Metropolitana de Lisboa
A Torre Eiffel ainda não existia quando, ali ao lado, em 1867, Johann Strauss Júnior e a sua orquestra tocaram a versão instrumental da valsa O Belo Danúbio Azul na Exposição Universal de Paris, diante de corpos diplomáticos de todo o mundo. O sucesso foi de tal ordem que se tornou o «Rei da Valsa», uma autêntica estrela pop internacional. Era prenúncio da tradição que perdura nos nossos dias à escala planetária – o Concerto de Ano Novo. A elegância das melodias intemporais de Strauss continua a transmitir a energia de que precisamos para enfrentar novos ciclos com vibrações positivas e coração cheio. Para brindar 2026, junta-se-lhe aqui glamour provindo dos dois extremos da Europa. De Moscovo, a exuberância de Khachaturian e a afetação romântica de Tchaikovsky. Da ensolarada Península Ibérica, a alegria vigorosa de Freitas Branco e o salero de Falla.
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