Tannhäuser de Wagner
Direção Musical de Graeme Jenkins
Encenação de Max Hoehn
Coprodução Centro Cultural de Belém, OPART/Teatro Nacional de São Carlos
CCB . 23 e 25 de abril . quinta-feira às 19h00 e sábado às 16h00 . Grande Auditório
Conversa pré-concerto por Inês Thomas Almeida
Programa
Tannhäuser
Ópera em 3 Atos
Música e Libreto Richard Wagner
Ficha Artística
Direção Musical Graeme Jenkins
Encenação Max Hoehn
Cenografia Darko Petrovic
Vídeo e Animação Amber Cooper-Davies
Figurinos Nuno Velez
Desenho de Luz Wilma Moutinho
Tannhäuser Jonathan Stoughton
Elisabeth Allison Oakes
Venus Annemarie Kremer
Landgraf Hermann Wolfgang Rauch
Wolfram von Eschenbach André Baleiro
Walter von der Vogelweide Marco Alves dos Santos
Heinrich der Schreiber Sergio Martins
Biterolf Luís Rodrigues
Reinmar von Zwetter Christian Luján
Pastor Mariana Castello-Branco
Coro do Teatro Nacional de São Carlos
(Maestro Titular Giampaolo Vessella)
Com a participação do Coro Lisboa Cantat
(Maestro Jorge Alves)
Orquestra Sinfónica Portuguesa
Tannhäuser und der Sängerkrieg auf Wartburg – «Tannhäuser e o concurso de canto de Wartburg» – é uma ópera em três atos com libreto e música de Richard Wagner, composta entre 1843 e 1845. A estreia absoluta teve lugar no Teatro da Ópera de Dresden, em 1845, sendo mais tarde apresentada na Ópera de Paris, em 1861, numa versão em francês que incorporava o famoso bailado do primeiro ato. Em 1875, Wagner criaria uma terceira versão para a Ópera de Viena, com uma tradução do libreto francês para alemão, entre outras adaptações. Esta última versão estará na base da nova produção do Teatro Nacional de São Carlos, encenada por Max Hoehn e com direção musical de Graeme Jenkins.
Inspirado no universo dos Minnesänger e ambientado no século XIII, o enredo congrega elementos da mitologia e tradição épica germânicas na exploração de um dos temas transversais ao repertório wagneriano: a redenção pelo amor. Tannhäuser, um cavaleiro e trovador, é seduzido pela deusa Vénus e aprisionado no seu monte mágico. Tomado pela vontade de retornar à sua terra e ao amor ideal de Elisabeth, invoca a Virgem Maria para romper o domínio da Vénus, num gesto que marca o início do seu caminho para a salvação.
Influenciada pelos géneros da Ópera Romântica Alemã e do Grand Opéra francês, Tannhäuser revela o conflito entre o amor carnal e o espiritual, entre os prazeres terrenos e a redenção da alma, dualidades que ecoam ao longo de toda a contrastante e poderosa escrita musical de Wagner.
Seguem mais informações e imagens
- Notas ao Programa de Inês Thomas Almeida
- Fotografias de ensaio
Tags: