Escape Livre no Dakar na Arábia Saudita

Não há duas sem três, e pelo terceiro ano consecutivo, o Escape Livre leva 16 sócios à mais prestigiada e dura prova de rali do mundo. O Rally Dakar 2020 acontece, pela primeira vez, na Arábia Saudita e o Escape Livre realiza esta viagem com uma dupla intenção: apoiar os 11 portugueses presentes, de várias modalidades, e conhecer um novo destino turístico.

A comitiva do Clube Escape Livre já está na Arábia Saudita a acompanhar as primeiras etapas do Rally Dakar, que se iniciou ontem e decorre até 17 de janeiro.  As 401 equipas inscritas enfrentam 7856 quilómetros, mais de cinco mil deles ao cronómetro, com 75 por cento em areia. A partida deu-se em Jeddah e a prova terminará após 12 etapas em Qiddiyah, perto da capital da Arábia Saudita, Riade.

Na primeira etapa, com 752 km entre Jeddah e Al Wajh, dos quais 319 km cronometrados, Paulo Gonçalves foi o melhor piloto português em prova, chegando em 12.º nas motos. António Maio (Yamaha Fino Motor Racing) foi o 22º. Sebastian Bühler (Hero Motorsports Rally Team) foi o 31º e o senense Mário Patrão (KTM Factory Team) fez uma etapa cautelosa, chegando em 40º, a 45m47s do líder da geral. Fausto Mota (XRaids Team) encontra-se em 53º. Menos sorte teve Joaquim Rodrigues (Hero Motorsports Rally Team), que viu a sua moto deixar de trabalhar após o reabastecimento. Nos carros, Ricardo Porém (Borgward) foi o 22.º. O português Paulo Fiúza, navegador de Stéphane Peterhansel (Mini), foi segundo na primeira etapa do rali Dakar e Filipe Palmeiro, navegador do lituano Benediktas Vanagas (Toyota) foi 15º. Nos SSV, o portuense Pedro Bianchi Prata está em 11º.

Esta presença na 42.ª edição da prova é ainda um pretexto para conhecer alguns pontos turísticos da Arábia Saudita e Jordânia. No plano das equipas do Escape Livre estão visitas a alguns pontos turísticos das cidades de Riad, Madaba, Monte Nebo, Petra, Mar Morto e Amã.
Segundo Luís Celínio, presidente do Clube Escape Livre, “Iniciámos esta aventura ao Dakar em 2018, na altura para assinalar os 40 anos da prova e os dez anos de edições na América do Sul, mas a experiência foi tão positiva que regressámos em 2019. Agora, não podíamos perder a oportunidade de ver uma prova relativamente diferente, num país bem distinto, com as suas regras e condicionantes particulares, mas muito enriquecedor do ponto de vista cultural, paisagístico e histórico.”

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