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Solução inovadora autoteste de saliva PCR, com identificação do utente e comunicação ao SINAVE, já está em Portugal mas aguarda regulamentação da DGS para poder ser vendida ao público

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Chama-se testFRWD (lê-se forward) e é um kit com o material necessário para a recolha de uma amostra de saliva para o teste PCR, possuindo uma tecnologia que permite a identificação do utente através de uma webapp (ver aqui a demonstração). Foi desenvolvido na Áustria e está a ser utilizado pelo governo austríaco para reabrir espaços com elevada afluência de pessoas, tais como escolas.

Este é atualmente o único autoteste em Portugal, que permite a comunicação do resultado ao SINAVE (Sistema Nacional de Vigilância Epidemeológica), e está pronto a comercializar e com registo no Infarmed. Contudo, a última portaria emitida (Portaria número 56/2021 de 12 de março), sobre o regime excecional para realização de autotestes, contempla apenas testes rápidos de antigénio. Os distribuidores do teste aguardam agora regulamentação da Direção Geral de Saúde que permita a venda do kit em formato autoteste, em superfícies comerciais e farmácias.

O teste já está a ser comercializado através da Glovo e foi o primeiro teste PCR de saliva a ser vendido diretamente ao público mas, embora tenha todas as condições para ser feito em formato de autoteste, tem de ser realizado na presença de um(a) técnico(a) de saúde. Desde que começou a ser comercializado naquela plataforma de entregas, os pedidos de testes subiram em 30% na aplicação, confirmando a elevada procura de um teste indolor, mais confortável e com o mesmo nível de fiabilidade que o de um teste realizado com zaragatoa.

Uma vez disponíveis para venda em superfícies comerciais ou outros pontos de venda, estes testes permitirão a testagem massiva de alta fiabilidade (uma vez que o teste utiliza técnica PCR), facilitando a abertura de espaços de elevada afluência, dando assim um novo impulso à economia portuguesa.

Como funciona o autoteste?

  1. Após o registo digital e o processo de identificação via código QR do aplicativo (gratuito), o doente é filmado durante o processo de colheita que tem por base um simples bochecho de uma solução salina fornecida no kit, por um período de 1 minuto. 
  2. A identificação do doente é feita por meio de um algoritmo sofisticado que verifica quem está a realizar a colheita. 
  3. Após conclusão da colheita, a recolha do kit é solicitada através da app, para ser transportada para o laboratório.
  4. O resultado é disponibilizado pela aplicação no próprio dia se a colheita for feita de manhã, ou no máximo em 24h.

A aplicação da testFRWD na Áustria

O testFRWD foi desenvolvido na Áustria, onde já foram realizados mais de 2 milhões destes testes.  O governo austríaco está a usar esta solução para testar regularmente crianças em idade escolar. Na capital, Viena, há planos ambiciosos para distribuir gratuitamente até 1,5 milhões de kits de autoteste por semana, a fim de iniciar a reabertura de restaurantes, eventos culturais e desportivos. 

Os principais clubes de futebol internacionais, como Bayern München, AC Milan, Rapid Wien e UEFA for EURO, estão a apresentar às autoridades locais  a solução da testFRWD para a reabertura segura de eventos desportivos ao público. Para além da indústria de eventos, o conceito da testFRWD está a ser desenvolvido e adaptado para uso das companhias aéreas, hospitais e instituições educacionais. 

Nesta fase de arranque em Portugal, a empresa da testFRWD está pronta para a produção de 1 milhão de kits de colheita de saliva, para fazer testes COVID-19 PCR aos Portugueses e também para fornecer kits a laboratórios de análises clínicas.
 

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