A visão da Luzzo Pizzaria sobre o mercado português de franchising

No passado dia 11 de novembro, o Diretor de Expansão da Luzzo Pizzaria, Bruno Costa, esteve num evento realizado pela Associação Portuguesa de Franchising na Abreu Advogados, em Lisboa, para fazer parte de um painel dirigido por Bruno Amado, Diretor da Associação Brasileira de Franchising, e partilhar a sua visão, enquanto franqueador da marca, sobre o mercado português de franchising.

Bruno Costa, segundo orador a contar da esquerda.

Portugal: um mercado de franchising muito interessante para os brasileiros

Na qualidade de orador do painel, o Diretor de Expansão da Marca Luzzo Pizzaria, Bruno Costa, fez questão de reforçar que “Portugal é uma porta de entrada na Europa” e que “a atratividade da economia portuguesa e a estabilidade que Portugal oferece às empresas internacionais, nomeadamente brasileiras, é inegável”. Até porque “a partir do momento em que se investe em Portugal, investe-se em euros e o euro no último ano valorizou 28% face ao real”.

A própria Luzzo Pizzaria tem atualmente cinco franchisados brasileiros – responsáveis pelas lojas Baixa do Porto, UBBO e Expo, além de Cascais e Graça, futuras aberturas -, o que é reflexo também do bom trabalho da marca e da boa imagem deixada aquando da sua presença nas feiras de São Paulo e do Rio de Janeiro. Estes franchisados, afirma ainda o Diretor de Expansão da Marca, “vieram trazer algo diferente ao grupo, enriquecendo-o com a sua diversidade, cultura e experiência”.

E a boa relação franchisador-franchisado é algo que a marca não descura nunca. “Se a satisfação máxima dos nossos clientes é uma prioridade, o apoio e a proximidade aos nossos franchisados é uma obsessão. Toda a estrutura que tem sido criada ao longo do processo, visa o apoio aos nossos franchisados e são eles grande parte do ativo, e do segredo, da marca”, assegura Bruno Costa. Prova de que esta relação vai de vento em popa – e recomenda-se! - é o facto de alguns destes parceiros terem já avançado para uma segunda unidade.

 

Ir além dos grandes centros urbanos é uma boa aposta

Como em qualquer negócio de franchising, a fase de arranque exige uma adaptação e acarreta incerteza. Ou, pegando nas palavras do próprio Bruno Costa, trata-se daquele “primeiro dia em que se abre a porta e não se sabe se o produto vai ser valorizado, ou não, pelo consumidor”. Razão pela qual deixa um conselho: “o importante é corrigir o que está errado. Tendo em conta a regra que o mercado tem sempre razão”. 

Além disso, reforça que é preciso olhar além dos grandes centros urbanos, tomando como exemplo o sucesso das lojas de Alverca e Miraflores. E porquê? “Em Lisboa existem inúmeras opções para jantar ou almoçar. Quando vamos para cidades mais pequenas a nossa concorrência é muito menor e as pessoas estão ávidas por coisas novas”, explica o Diretor de Expansão da Marca.

35 contratos em 3 anos e já está em marcha a expansão internacional

Quando questionado acerca da forma de expansão da Luzzo Pizzaria em Portugal, Bruno Costa conta que a primeira loja, a que está localizada na Rua de Santa Marta, era detida pela própria marca. Contudo, fez sentido partir para o franchising. “O conceito inovador e a possibilidade de escalar o modelo com relativa facilidade, replicando o mesmo sem que para tal a qualidade, a imagem e a experiência do consumidor fosse afetada, foi um pilar importante na decisão de transformar um restaurante de sucesso num grupo de franchising com a dimensão e potencial que a Luzzo hoje apresenta”, explica Bruno Costa.

“Em três anos, a Luzzo Pizzaria saltou de uma unidade para trinta e cinco contratos de Franchising e já dois contratos de Master e um de franchising em Espanha”, acrescenta. Segundo o Diretor de Expansão da Marca, o segredo tem sido uma estratégia diversificada que vai desde a presença nas feiras e portais de franchising, a uma boa comunicação ao nível das redes sociais.

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