4 Mitos Urbanos sobre a IA

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O ano 2023 está a terminar e o termo IA já não é novidade para praticamente ninguém, no entanto, e como é normal, subsistem mitos, crenças e ideias sobre o verdadeiro impacto desta tecnologia nas nossas vidas e como a podemos utilizar. Nesse sentido e para ajudar todas as pessoas interessadas, a Microsoft decidiu abordar estes temas através de dois artigos, nos quais se desafiou a descobrir quais os 4 maiores mitos sobre a Inteligência Artificial e conhecer novas formas criativas de utilizar esta tecnologia em prol das necessidades.

MITO 1 – A IA vai eliminar empregos

A IA vai mudar a natureza de alguns empregos, ao mesmo tempo que cria novas oportunidades para as pessoas se concentrarem em tarefas mais significativas e criativas. Temos a oportunidade de repensar a forma como trabalhamos e como aproveitamos estas novas ferramentas de IA nos nossos fluxos de trabalho. Por exemplo, na área da Criatividade, muitas agências recorrem a esta tecnologia para se tornarem ainda mais criativas e rápidas a responder aos briefings e desafios lançados pelos clientes.

A IA permite elevar a nossa condição e capacitar-nos para mais, ocupando-se de algumas das tarefas entediantes e morosas que certamente não são do agrado da maioria das pessoas.

Mito 2: A IA é apenas para quem trabalha em tecnologia

O ponto de partida deve ser a IA é para todos, não apenas para os especialistas em tecnologia. Na realidade, a maioria das pessoas já a utiliza no seu dia-a-dia, mesmo sem se aperceber. Se utilizarmos um motor de busca, como o Bing, clicarmos em recomendações de produtos enquanto fazemos compras, sempre que usamos alguns serviços de GPS nos nossos telemóveis ou escrevermos um e-mail com texto preditivo, estamos a utilizar IA.

Algumas das formas mais interessantes de utilizar a IA estão fora da tecnologia, mas ao serviço de cuidados de saúde, onde a IA ajuda os médicos a transcrever e resumir notas e a preencher formulários, ajudando-os a estar mais presentes para os pacientes. Outro exemplo vem de Kajoli Tankha, mãe de um menino que sofre de transtornos do espectro autista. Kajoli descobriu que pode utilizar a IA para criar histórias que ajudam seu filho a lidar da melhor forma com situações complexas do dia-a-dia.

Mito 3: A IA é uma só tecnologia

A IA não é uma tecnologia única, mas sim um conjunto de diferentes tecnologias que se podem encontrar em diversas utilizações quotidianas, como motores de busca, aplicações de correio eletrónico ou até através do dispositivo de monitorização contínua da glicose que Karmel Allison, Technical Advisor for Microsoft Chief Technology Officer usa para controlar a diabetes. À medida que a IA se torna mais comum, é também cada vez mais importante conhecer as diferentes formas de a utilizar, refere a própria.

"Precisamos de conhecer quais são as melhores ferramentas de IA para o que queremos fazer", afirma. "Desde sempre que consultamos certos especialistas para as nossas diferentes necessidades: um médico, um cabeleireiro ou um explicador. Ao escolher as ferramentas certas, podemos ter a certeza de que estamos a utilizar a IA mais fiável e especializada para cada tarefa."

Mito 4: A IA é inerentemente tendenciosa e deve ser evitada

É inegável que a IA pode ser tendenciosa, para isso basta que os grandes modelos linguísticos sejam treinados com base em opiniões da Internet ou os modelos sejam construídos com dados que refletem preconceitos sociais e os produtos criados por programadores tenham crenças preconcebidas. 

Abraçar esta nova era de Inteligência Artificial passa por dar as ferramentas às pessoas para que usem esta tecnologia de forma informada, que conheçam a forma como estes sistemas são construídos e compreendam os princípios e valores das empresas que os constroem. é importante que os programadores desenvolvam os sistemas de IA tendo por base conjuntos de dados diversificados e representativos e utilizem algoritmos justos e imparciais. No caso da Microsoft, os utilizadores podem conhecer a prática da empresa no desenvolvimento de IA de forma responsável desde a conceção, à criação de sistemas de IA responsáveis, como o Copilot que respondem a princípios de justiça, fiabilidade e transparência.

"Todos nós tivemos de aprender, a dada altura, que nem tudo o que vemos na Internet é verdade, e temos de fazer o mesmo com a IA. Temos de procurar saber mais sobre os seus preconceitos. Conhecer as suas falhas. Descobrir os seus pontos fortes e a forma como podemos utilizar a IA na nossa própria vida e tornando-a numa ferramenta ao nosso serviço." conclui Karmel Allison[RV1] .


 [RV1]Estamos a falar da Karmel, dos diabetes? Temos de dar contexto de qual o papel dela aqiu como interlocutora neste ponto. Qual é o role dela? Isso é relevante? Ou é só por causa da cena da diabetes? Para falar com propriedade sobre IA responsável imagino que sim, mas temos de esclarecer..
 

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