PRESENTES QUE SÃO MEMÓRIAS
Num momento do ano em que todos procuram presentes especiais, a Sanjo sugere opções conscientes, feitas em Portugal, com materiais de qualidade e durabilidade, pensadas para acompanhar a família na criação de memórias durante muitos anos.
O mais importante do Natal são as memórias que se criam: mãos diferentes a trabalhar lado a lado na cozinha, a filhós roubada no momento certo, a mesa vestida de tradições e doces que passam de geração em geração, o calor de quem entra pela porta com abraços prontos, as crianças a prepararem o teatro de Natal e as músicas surpresa. À meia-noite, que cada presente seja aberto com o encanto de quem sabe que o valor está no pensamento e no afeto, e que esse gesto se transforme numa parte das histórias que vamos guardar.
Com mais de 90 anos, a Sanjo possui uma herança clássica e atitude contemporânea, conseguindo criar peças que falam tanto ao passado como ao presente, em todas as idades. Todos os artigos são Made In Portugal, com uma consciência ambiental que passa pela escolha de materiais de alta qualidade, performance, durabilidade e de produção local, bem como uma transparência em revelar a sua pegada carbónica, através da parceria com a ZeroPact, e formas de compensação.
Os clássicos K100 e K200 são reinventados para acompanharem os passos de futuro. A estas linhas juntam-se os BSK, os FTC e, mais recentemente, os Riva Boat. Para andar sempre quente, confortável e cool, a marca possui várias sugestões de têxtil para adulto. E os acessórios fazem toda a diferença! De meias a gorros, passando pelos bonés ou a 33 (Thirty Three), a primeira fragrância da marca, uma experiência olfativa unissexo com notas de topo de Mandarina e Pimenta Rosa, notas de coração com Lavanda e Noz Moscada e notas de base no Cedro e óleo de Beijoim.
Pode encontrar todas as propostas na loja do Bairro Alto, em Lisboa, e no site www.sanjo.pt
Sobre a SANJO
Nasceu em São João da Madeira e foi a marca que, pelos anos 60, calçava o clube desportivo São Joanense, bem como a população estudantil nas aulas de Educação Física. Rapidamente, esta sapatilha conquistou os portugueses e, nos anos 80, eram raros os que não calçavam umas icónicas K100 ou K200.
A adesão de Portugal à CEE abriu fronteiras e apresentou ao país novas escolhas, deixando as Sanjo cair em esquecimento. Em 1996, a fábrica (Empresa Industrial de Chapelaria Lda) declara falência. A produção ainda passou pela China, em 2010, mas a tentativa não rumou ao sucesso.
Foi então em fevereiro, de 2019, que Egipto Magalhães e o seu sócio, Hélder Pinto, compraram a marca e permitiram que a Sanjo renascesse – jovial, colorida e com produção 100% portuguesa.
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