SANJO AQUECE AGOSTO COM O LANÇAMENTO DE TRÊS DROPS: RIVA BOAT, HYPER RUN E FTC 86
| RIVA BOAT, HYPER RUN E FTC 86 |
| A portuguesa Sanjo prepara uma nova estação repleta de novidades que diversificam o catálogo da marca. Riva Boat, Hyper Run e FTC 86 são as três linhas que se inspiram em calçado clássico para oferecer versões contemporâneas, cosmopolitas e de streetwear. RIVA BOAT Com os Riva Boat, a Sanjo criou um novo estilo de calçado no seu portfólio. Para este modelo, o Diretor Criativo partiu de um verdadeiro ícone, os sapatos de vela, e inspirou-se no lifestyle descontraído e sofisticado do lendário barco italiano Riva. O resultado é uma proposta de contexto mais urbano, com um toque contemporâneo que faz sentido dentro do universo da marca. O traço mais clássico do sapato de vela é mantido, mas assente numa sola desportiva de caixa - herança dos clássicos modelos da Sanjo-, criando um contraste inesperado entre sofisticação e atitude. As escolhas de materiais misturam camurça premium e cordões em pele para reforçar essa dualidade de forma elegante. O modelo está disponível nos tons Gognac e Olive. Numa edição exclusiva com a Latte, os Riva Boat ganham a cor Rosa - apenas à venda na Latte. Esta colaboração com a renomada loja marcou, de forma especial, o lançamento desta linha e uma aceitação da mesma por parte da cultura hip hop nacional. HYPER RUN Como entusiasta e preservador dos ténis old-school, o Diretor Criativo da Sanjo desenhou uma nova silhueta inspirada na herança do “Boom da corrida" dos anos 70. O nome Hyper Run surge da ideia de um modelo superior — não só na construção e na escolha dos materiais, mas também na elevação de uma marca que, durante muito tempo, carregou o estigma da simplicidade. Run dispensa explicações, mas representa mais do que apenas performance: simboliza o sentido de comunidade e o espírito coletivo de um clube de corrida. Nasceu em São João da Madeira e foi a marca que, pelos anos 60, calçava o clube desportivo São Joanense, bem como a população estudantil nas aulas de Educação Física. Rapidamente, esta sapatilha conquistou os portugueses e, nos anos 80, eram raros os que não calçavam umas icónicas K100 ou K200. A adesão de Portugal à CEE abriu fronteiras e apresentou ao país novas escolhas, deixando as Sanjo cair em esquecimento. Em 1996, a fábrica (Empresa Industrial de Chapelaria Lda) declara falência. A produção ainda passou pela China, em 2010, mas a tentativa não rumou ao sucesso. Foi então em fevereiro, de 2019, que Egipto Magalhães e o seu sócio, Hélder Pinto, compraram a marca e permitiram que a Sanjo renascesse – jovial, colorida e com produção 100% portuguesa. |
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