“Santo da casa faz milagres”: Verlingue Portugal reúne Parceiros para refletir sobre a gestão de risco

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Sob o mote “Santo da casa faz milagres” — uma reinterpretação da expressão popular que pretende valorizar a competência e o mérito de quem está mais próximo — o Arraial teve como objetivo reconhecer o papel determinante de Colaboradores, Seguradoras e Parceiros na mitigação de riscos, bem como refletir sobre os desafios atuais da Proteção Civil e do risco sísmico em Portugal.

A opening note esteve a cargo de Sofia Melo Mendes, Chief of Communication, Marketing & ESG da Verlingue Portugal, que destacou: “Quisemos valorizar o talento, o conhecimento e a dedicação de quem está mais próximo e reconhecer que a gestão de risco começa em casa, com soluções concretas, colaboração ativa e uma cultura de prevenção enraizada. Este evento é uma homenagem à competência nacional e à força das alianças locais na proteção do futuro.”

O programa contou com intervenções de especialistas de referência na área da Proteção Civil e da gestão de risco. O 2.º Comandante Nacional da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), José Ribeiro, e a Diretora de Serviços de Riscos e Planeamento da ANEPC, Sandra Serrano, partilharam os principais eixos da Estratégia Nacional para uma Proteção Civil Preventiva 2030, sublinhando iniciativas em curso como o sistema de cobertura de fenómenos sísmicos, ações de capacitação dirigidas a públicos vulneráveis e, ainda, o reforço da cultura de autoproteção, através de programas como Aldeia Segura e A Terra Treme.

A participação da ANEPC foi concluída por uma exposição de meios que incluiu, por exemplo, material de salvamento em grande ângulo, utilizado em operações de salvamento em altura.

A investigadora Mónica Amaral Ferreira, vogal da Direção da Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica e Presidente do Centro Europeu de Riscos Urbanos (CERU), apresentou uma reflexão aprofundada sobre a mitigação, gestão e quantificação do risco sísmico em Portugal, alertando para a elevada vulnerabilidade física, social e económica do país: “Em Portugal, as construções anteriores a 1960 podem não resistir a um sismo de elevada magnitude. E, apesar da nossa exposição ao risco, somos ainda um dos poucos países europeus sem um sistema de proteção de riscos catastróficos.”

Durante a sua intervenção, sublinhou ainda o papel crítico das Seguradoras na recolha sistemática de dados sobre perdas, no desenvolvimento de modelos preditivos, na promoção da literacia financeira sobre riscos naturais e na realização de análises custo-benefício que orientem intervenções prioritárias no edificado e no património.

A CEO da Verlingue Portugal, Luiza Fragoso Teodoro, concluiu: “Acreditamos que Proteger o Futuro passa por estar próximo, escutar e agir com responsabilidade. Este evento reflete o espírito da Verlingue: uma corretora que alia conhecimento técnico, visão estratégica e impacto positivo — seja na vida dos nossos Clientes, no setor ou no planeta. Quando unimos forças com os nossos parceiros, multiplicamos a nossa capacidade de transformar risco em valor”.

Coincidindo com o dia do Arraial da Verlingue Portugal, o Dia Mundial do Ambiente 2025, comemorado, também, no dia 5 de junho integra a Década da Restauração de Ecossistemas das Nações Unidas, uma campanha global voltada para prevenir, interromper e reverter a degradação dos ecossistemas em todo o planeta.

Plenamente alinhada com esse objetivo, a Verlingue reforça o seu compromisso em Proteger o Futuro do Ambiente e da Sociedade, começando por tornar o evento neutro em carbono, através do cálculo das emissões de gases com efeito de estufa e da sua compensação em florestal nacional. Simultaneamente, associou-se ao projeto Earth Water, disponibilizando no evento garrafas cuja venda reverte integralmente para apoiar o Programa Alimentar Mundial (PAM) das Nações Unidas, através de iniciativas de combate à fome e promoção da segurança alimentar em comunidades vulneráveis. Estas ações, integradas na estratégia Better Future 28, reforçam o papel ativo da Verlingue na construção de um futuro mais justo, sustentável e com impacto positivo nos territórios e na sociedade.

Como gesto simbólico e educativo, todos os convidados receberam um kit de primeiros socorros, oferecido pela Verlingue Portugal como um primeiro passo para a criação do seu próprio kit de emergência. Esta iniciativa pretende reforçar a importância da preparação individual face ao risco e promover uma cultura ativa de autoproteção no quotidiano.

O evento encerrou com um típico arraial português, com petiscos tradicionais, música da época e um ambiente descontraído que proporcionou momentos de convívio e partilha entre todos os participantes.

Fotografias do evento - https://we.tl/t-s6Aaxx3qVf

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