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Projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® reforça a acessibilidade e a inclusão na transição digital do património cultural

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  • Conteúdos digitais promovem o acesso universal, independentemente da localização, condição económica ou capacidades dos públicos.

  • Documentários incluem legendagem e, quando aplicável, Língua Gestual Portuguesa (LGP), e modelos digitais abrem novas possibilidades de mediação inclusiva.

 

LISBOA, 21 de julho de 2026 — O projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®, promovido pelo Património Cultural, I.P., consolida o seu compromisso com a inclusão e a acessibilidade ao afirmar o acesso à cultura como um direito universal no contexto da transição digital. Mais do que uma resposta tecnológica, esta iniciativa posiciona‑se como um instrumento de democratização cultural, eliminando barreiras físicas, geográficas e económicas através da disponibilização aberta de conteúdos digitais.

 

Com um investimento global de 14.486.017,50€, integralmente financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o projeto abrange já mais de 90 imóveis patrimoniais e envolve uma ampla rede de entidades parceiras, criando um ecossistema colaborativo que aproxima o património dos cidadãos, das escolas e das comunidades.

 

A estratégia de acessibilidade do PATRIMÓNIO CULTURAL 360® assenta numa abordagem integrada que valoriza diferentes dimensões de inclusão:

 

  • Acesso universal e equitativo: A disponibilização online de visitas virtuais, modelos digitais e conteúdos documentais permite o acesso ao património a partir de qualquer ponto do território, contribuindo para mitigar desigualdades regionais e económicas e promovendo uma verdadeira democratização cultural.

  • Acessibilidade audiovisual: Os filmes documentários produzidos no âmbito do projeto incluem sempre legendagem e, em vários casos, interpretação em Língua Gestual Portuguesa (LGP), garantindo melhores condições de fruição por parte da comunidade surda e reforçando o alcance educativo e inclusivo dos conteúdos.

  • Inovação na mediação inclusiva: A digitalização 3D de artefactos históricos abre novas possibilidades de mediação, nomeadamente através da impressão 3D, permitindo criar réplicas táteis que potenciam a experiência de pessoas com deficiência visual, reforçando a componente sensorial e inclusiva da fruição patrimonial.

  • Acessibilidade digital e usabilidade: As plataformas e interfaces em desenvolvimento foram concebidas para assegurar uma navegação clara, intuitiva e gratuita, promovendo uma experiência inclusiva para públicos diversos, com diferentes níveis de literacia digital.

​​​​​​​Todos os conteúdos digitais produzidos estão já acessíveis gratuitamente através o portal PATRIMÓNIO CULTURAL 360®, https://360.patrimoniocultural.gov.pt. que constituiu uma interface dedicada ao grande público, reforçando a difusão e a valorização do património cultural em ambiente digital.

“A transição digital do património cultural só cumpre o seu propósito se for verdadeiramente inclusiva. No PATRIMÓNIO CULTURAL 360®, trabalhamos para garantir que o acesso ao património não depende da localização, das condições económicas ou das capacidades físicas de cada cidadão. A democratização do acesso é, hoje, uma responsabilidade pública incontornável e um eixo estruturante da nossa ação”, afirma Luís Sebastian, Diretor do Departamento de Transição Digital e coordenador do projeto.

 

 

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