As marcas que aplicam o Machine Marketing nas suas estratégias alcançam até 20% mais conversões

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●         Mais de 70% do esforço digital atual é invisível para as máquinas, de acordo com o relatório Machine Marketing elaborado pela LLYC
●         A empresa propõe um novo modelo de marketing dual que combina criatividade humana e compreensão algorítmica.

Lisboa, 20 de novembro de 2025
A inteligência artificial está a redefinir a forma como as marcas devem comunicar com os consumidores. Já não basta emocioná-los, agora também é preciso convencer o algoritmo. A “Internet do clique” está a desaparecer. Mais de 35% das pesquisas globais já são respondidas diretamente por uma IA, sem que o utilizador tenha de visitar qualquer sítio Web. Neste novo contexto, a inteligência artificial torna-se mais um interveniente no ecossistema de influência capaz de determinar quais as marcas que estão presentes, quais as narrativas que se amplificam e em quem confiam os consumidores. O relatório Machine Marketing elaborado pela LLYC, apresenta um enquadramento estratégico para que as empresas transformem a IA num aliado na experiência de compra. O resultado: as empresas que o fazem alcançam mais 20% de conversão.

O relatório alerta para o facto de mais de 70% do investimento atual em visibilidade digital não ser processado pelas inteligências artificiais. Isso gera campanhas, conteúdos e ações que são invisíveis para os algoritmos que atuam como intermediários entre as marcas e os seus públicos. Portanto, o desafio já não é apenas chegar às pessoas, mas treinar as máquinas para que compreendam, citem e recomendem as marcas de forma correta e fiável.

“O marketing já é dual por definição. As marcas devem aprender a construir confiança tanto no plano humano - emocionar, inspirar, conectar - como no algorítmico - aparecer, ser citadas, ser credíveis perante as IA-. O Machine Marketing permite competir em ambas as frentes e preparar as empresas para um futuro em que a conversa com a máquina será o novo espaço de reputação e de negócios”, afirma Jesús Moradillo, Partner & Europe Marketing Solutions Strategy Head da LLYC.
As máquinas já ouvem, aprendem e decidem. A questão não é se devemos falar com elas, mas o que estamos a dizer e como estamos a treiná-las, conclui o relatório.

Para aceder à análise completa, utilize este link.
 

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