IA rotula raparigas como ''frágeis'' em 56% dos casos e consolida desigualdade de género junto dos jovens
· O algoritmo recomenda às mulheres jovens procurarem aprovação externa para “sentirem-se validadas” seis vezes mais do que aos homens. · A inteligência artificial age como uma "amiga tóxica": personifica-se 2,5 vezes mais com elas através de fórmulas como “eu entendo-te” ou priorizando a empatia artificial em detrimento da solução técnica. · Projeta uma segregação laboral precoce das mulheres ao redirecionar 75% mais as suas vocações para as ciências sociais e a saúde. A eles direciona-os para a engenharia e para a resolução de problemas. · A IA responde com conselhos de moda 48%